obrigado por sua visita........ricardo

TODOS OS TEXTOS ANTERIORES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA NO LADO DIREITO - É SÓ CLICAR

segunda-feira, 29 de setembro de 2014


PARTIR OU FICAR ?

 

‘você alguma vez teve vontade de partir e ainda assim vontade de ficar ?”

A pergunta acima é parte de um diálogo muito interessante entre dois personagens do filme ”Perfume de Mulher”.

Frank Slade, um tenente coronel cego, polemico e cheio de energia, interpretado por Al Pacino é quem faz a pergunta a Charlie Simms (o ator Chris O’Donell)  que interpreta um estudante pobre e dependente de bolsas de estudos de uma importante e conservadora organização educacional.

Vale ver o filme que já comentei em outros crônicas.

O roteiro da película é muito bom. Melhor.... é ótimo.

Os personagens interagem intensamente o que faz que em uma das cenas aconteça o diálogo que abre este texto, que faz pensar e  vale para cada  um de nós, independente da nossa vida, independente do que estamos vivendo.

Em algum momento, mesmo breve e passageiro, você se perguntará o mesmo.

Como é possível uma pessoa movida pelos argumentos apaixonados de outra,  mude sua decisão de se auto destruir e seguir em frente, para a vida.

O que faz alguém tentar preservar a vida de alguém que conheceu por um destes acasos que a vida proporcione e  lute para preservar uma vida aparentemente sem sentido ?

Olhando o filme até o fim se verá que nada acontece por acasos. A vida, acredito imensamente nisto, é um conjunto de energias que fazem com que nos movamos, que realizemos, que interajamos, que criemos.

A vida é bela e deve ser usufruída integralmente até o nosso prazo de validade se extinguir.

Vale sentir o fluido das energias que por nós circulam e viver.

Viver intensamente.

 

RICARDO garopaba BLAUTH

domingo, 28 de setembro de 2014


TIRANDO DO BAÚ........
 

Quantos sabem “quanto é o suficiente” ? 

Fui olhar no que já escrevi desde julho de 2007. Resolvi voltar a compartilhar o que já “aprendi”. Aqui vai. 

Pegue duas  folhas  de papel e relacione numa  delas  o que você gosta e na outra o que não gosta. Deixe-as sempre a mão e sempre que se lembrar de algo coloque numa das duas listas. Em pouco tempo você terá o seu próprio perfil. Simples. 

Releia de tempos em tempos e enquanto isto vá deixando sua mente lhe dizer o que é o suficiente para você das coisas da lista positiva. É pessoal, por isto você é que deve chegar  sozinho as suas próprias conclusões. 

Converse consigo mesmo, leia, pense. Vá anotando, sem se preocupar o que é mais ou menos importante nesta etapa. Simples listas. Fácil, prazerosa de escrever e lembrar. Natural e espontaneamente o quanto é o suficiente se mostrará para você. 

Você verá que  “o suficiente é uma das coisas que está escrito na lista das coisas que gosta. Simples não?  Super simples. 

Por isto é que muitos acreditam não saber que o suficiente é simplesmente saber parar. Invejam os que têm tempo para ler, viajar, brincar com os filhos antes que estes fiquem adultos. E mesmo depois disto, abraçar e ser abraçado. 

Acreditam que ainda não tem o suficiente para ter tempo para estas coisas. Um dia, geralmente idosos, descobrem que a  tesão passou, que os filhos estão seguindo seus próprios caminhos, que seu próprio corpo não agüenta mais emoções  fortes. 

Descobrem que foram sempre aumentando as expectativas  e que tinham o suficientemuito tempo. Estava escrito. Você é que não se permitiu ver, enxergar. Não espere a última gota que faz derramar o copo. 

Aprecie a vida em doses enquanto vai enchendo e naturalmente saberá quando tem o SUFICIENTE. 

Depois é fazer a vida rolar, vivendo “momentos” de cada vez. 

 

RICARDO GAROPABA BLAUTH

sábado, 27 de setembro de 2014


 

UM BRASIL LERDO



Ha muito decidi evitar contato imediato com noticias diárias afim de poupar mente de receber informações impossíveis de realizar.

 

Assim não leio jornais, noticiosos de TV, revistas semanais.


Entretanto leitor compulsivo, amante de imagens é impossível não receber respingos das coisas acontecendo ou deixando de acontecer no pais em que nasci e que apesar de tudo, amo.


Estamos já praticamente na metade dos primeiros dez anos do século vinte e um e ao invés de avançar estamos retrocedendo por conta de políticas desastradas, burrrocraticas e que premia interesses não coletivos.


Otimistas compulsivos como eu tem a tendência de sempre ver a luz no fim do túnel, mas parece que a luz brilhar num pequeno ponto lá adiante este ao invés de aumentar tende a diminuir.


Pais continental tem tudo para ter realmente um futuro promissor, mas um minoria trava tudo atendendo seus interesses e população parece não acreditar na sua própria força esperando sempre um "salvador", que inclusive continue fornecendo "comida na boca".
Poucos acreditam no poder do trabalho, estudo, leituras e perseverança.


Quem aceita esmolas, bolsas isso ou aquilo, ao invés de remuneração meritória, nunca estará satisfeito, mas prefere assim que querer realmente mudar a si próprio.


Quem acredita em si, tem quereres fortes, consegue resultados que estão a vista de todos.
Qualidade de vida para a maioria da população brasileira parece ser ter algo a receber em troca de "favores".


Estamos a poucos dias de eleições gerais e fico pasmo com o que temos para escolher, mas

quem sabe o país que amo saia da lerdeza.



Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 25 de setembro de 2014


 



ARTE APLICADA 

O ferro em suas inúmeras formas, chatos,  redondos, mais suas inúmeras grossuras e texturas tem me inspirada a realizar o que chamei de “arte aplicada”.

Fazia um desenho em tamanho real e meu auxiliar, na época, trabalhava o metal já designado nas formas desenhadas, para depois unir tudo com solda elétrica.

Assim surgiam obras como esta que apliquei sobre o portão da casa em Garopaba.

Da mesma forma surgiam mesas, cadeiras, biombos, painéis sobre obras pintadas, guarda-corpos, corrimãos, portões, prateleiras artísticas, luminárias e por ai andavam minhas “inspirações”.

Pouco disto ainda guardo comigo. Andam hoje em mãos de colecionadores por este “mundo a fora”.

Numa semana muito louca, fiquei sabendo de um concurso da “DU LOREN” que pedia, “crie o soutien mais louco do mundo”. Só tinha uma semana para fazer a peça chegar ao Rio.  Pois não é que fiz um, sendo que o regulamento pedia que fosse tamanho quarenta e dois. Está no meu apartamento em Porto Alegre e uma replica na coleção de colecionador italiano. Vou tentar conseguir modelo para vestí-lo e fotografar.

 

Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 24 de setembro de 2014


 
OLEIRO

O barro é uma das dádivas da natureza que o homem aprendeu a utilizar desde tempos imemoriais.

A vida se modificou a partir da introdução de utensílios feitos a partir da argila que a natureza fornece.

Logo que o torno entrou em cena,  a arte cerâmica deu um salto fantástico possibilitando infinitas formas de utilitários.

Desde guri fui fascinado pelas habilidades que o ser humano tem de utilizar mãos e mente para produzir melhores meios de viver.

Quando artista me tornei, foi natural tentar colocar em traços e cores estas atividades.

Aqui a aquarela me ajudou para, em poucas linhas e cores trazer um oleiro no seu fazer diário.

Vida é assim, somos “modelados” pelo cosmos , dia a dia.

 

Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 23 de setembro de 2014

 
 
TERMINANDO NA TERÇA.......
 
 
 
 
 
um abração cheio de cores
 
ricardo Garopaba blauth


segunda-feira, 22 de setembro de 2014


 
COMEÇANDO UMA SEGUNDA 

Acordei com uma idéia coçando a mente.

No rolo de muitos metros de tecidos que comprei para minhas telas, havia um pedaço que emendado de modo mecânico no rolo. Quando abri para um trabalho novo vi a tal emenda e não mesmo instante vi a possibilidade de em algum momento tirar proveito do “defeito”.

Cortei reservei  um pedaço de 0,45 x 1.40m para uma tela vertical com o tal “defeito” no centro da verticalidade e desenhei borboletas que tanto gosto de fazer.

Acima estou colocando já cor do fundo e espero que as cores vibrantes com as quais colorirei as borboletas se destaquem no local onde gostaria que a obra final ficasse.

Será um presente para alguém especial.

Pretendo fotografar o processo e compartilhar com vocês. Concordam?

Então até........ 

Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 19 de setembro de 2014


 
SEMPRE PRONTO PARA PARTIR 

Gosto de viajar, conhecer novos lugares, pessoas e culturas.

Vejo navios como únicos que podem ir onde quiserem, pois os mares ligam o mundo todo, bastando apenas soltar amarras e partir.

Gosto também de me sentir assim, pronto para novos conhecimentos e vivencias que se acumularão com as que já vivi nestas sete décadas e meia.

Quantas mais me restam? Que maravilha não saber e tentar viver um momento de cada vez.

Estas cenas foram rascunhadas no Porto de Imbituba-SC logo ao lado de Garopaba e depois transportadas para três enormes painéis que estão disponíveis no ART3 no Morro da Vigia com minha neta Bárbara.

Medem cada 1.40 largura x 2.10m  de altura, formando um tríptico com total de 4.20 x 2.10m. 

Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 18 de setembro de 2014




 
TRENS DA MINHA INFANCIA 

Nasci e cresci em Novo Hamburgo – RS há setenta e cinco anos que já se foram e deixaram na minha memória muitas imagens.

O trem movido a vapor, Maria Fumaça como os chamávamos, passavam  na esquina da rua em que morávamos e guri arteiro, eu corria para ver passar e sonhar viagens.

Artista que me tornei, coloquei em três grandes painéis ainda hoje disponíveis,  cenas de como eram em toda sua imponência e força.

Fale com minha neta Bárbara em GAROPABA-SC no Morro da Vigia eu mantém o ART3 aberto a visitação e poderá ver ao vivo um pouco da história neste tríptico.

 

Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 17 de setembro de 2014



 
 
VIDA NA BOLEIA

ontem finalmente bala (minha filha Simone) e ita sairam com a land rover adesivada para colher fotos das estradas, caminhões e caminhoneiros do brasil para seu quinto livro .......eu e todos que admiram a dupla por seu desprendimento e amor pelo que fazem aguardam ansiosos o resultado .....boa viagem a "seis dois".....a torcida por voces é grande....pai, sogro, amigos e o mundo da fotografia estão felizes......
 
ricardo Garopaba blauth
 

terça-feira, 16 de setembro de 2014


 
TELAS MARINHAS
 

Amo Garopaba que conheci há mais de quarenta anos e onde plantei sementes que germinaram em propriedades que comprei e sobre as quais construi casas e atelier.

Garopaba é especial, já o sabe quem se entrega a ela e a curte com muito do passado ainda visível, como os barracos de pesca na ponta sul quase junto a igrejinha hoje tombada.

Estas telas, hoje em mão de colecionadores são algumas da série marinha. Poucas ainda restam comigo em Garopaba no ART3 que minha neta Bárbara mantém aberto e ativo no Morro da Vigia.

Vá um dia até lá e se encante com o que esta cidade marítima com suas dez praias tem a oferecer. Se já conhece retorne e se não vá logo que puder.

È um convite que faço com alegria a todos.

 

Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 15 de setembro de 2014


 

COMO REENCONTREI A MIM MESMO

 

Reencontrei o que acreditava já ter perdido compartilhando meus sentimentos, experiências, vivencias, mas essencialmente querendo viver com alegrias e prazeres que a vida em comunhão com o cosmos tem a oferecer.

Colocar em palavras o que sinto e tem a necessidade de sair para o "mundo" tem me proporcionado forças extras para seguir em frente e realizar os meus sonhos, escritos na lista de "coisas a fazer antes de partir", ou melhor, antes que meu prazo de validade vença.

Escrever todos os dias e compartilhar tem exigido disciplinas que nem sempre consigo.

Como é fácil "fugir", postergar, protelar.

Como é gostoso, prazeroso saber que o amor continua vivo e conosco, bastando apenas acolher, querer.

Reencontrei e trago comigo a eterna criança que cada um de nós tem e que não devia perder nunca. Que eu sempre cuide dela mesmo quando aparentemente cheio de “coisas” que ”burrrocracias” exigem que se faça.

Ricardo garopaba Blauth

domingo, 14 de setembro de 2014


 
GAROPABA A NOITE 

A foto é de um amigão, morador do paraíso e eterno viajante, além de excelente fotografo,

Luiz Ávila alem disto é musico e um profissional requisitado apesar de aposentado.

Decidiu como muitos faze r de Garopaba sua morada e com a esposa viajar e fotografar.

Obrigado Luiz pela bela foto mostrando Garopaba a noite vista pelo lado norte. 

 

Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 12 de setembro de 2014



 
TRANSFORMAÇÕES

Por quantas passamos durante o que nos cabe viver.

Sempre gostei de mudanças e de tentar crescer no processo.

Quando se alcança sete décadas de vivencias e em caminho para  mais, vale olhar para trás e ver o que fomos e  produzimos neste viver, principalmente o artístico.

Sempre gostei de borboletas e estas surgindo do meu imaginário certamente são superadas pelas vivas na natureza, mas as que pintei ficarão fixadas em acrílicas cores em painéis que espero,  estejam iluminando ambiente dos seus proprietários atuais.

Em mim ficou o imenso prazer da criação sabendo que,  talvez pinte muitas ainda se solicitado.

Gosto de desafios e quem sabe, um grande painel com muitas destas voando,  seja um que eu encare qualquer dia destes.

 

Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 8 de setembro de 2014


AMOR É IMORTAL
 

domingo, 7 de setembro de 2014


 
DOMINGO
 
Estranho algo começando / no meio de paradas  / como acredito devem ser / os domingos

Amanhã / um inicio real / do que já começou / segundo dizem / mas não assim sinto

Domingo deve ser / dia de reunir / de visitar / de confrartenizar

Domingo / sempre será / para cada um / diferente

Domingo juntos / seres amados / fazem fim de semana perfeito / pronto para novo começar / até quem sabe / um novo domingo / encontrar / seres amando

 

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 6 de setembro de 2014

 





 

VOANDO ACOMPANHADO


Outro dia li, não lembro mais onde “o amor não te coloca em gaiolas, ele te acompanha no vôo”

Gosto de “voar”. Acompanhado é ainda melhor.

Colocar sonhos onde merecem destaque transformando em projetos aquele que nos farão crescer. 

Gosto de conversar, interagir, compartilhar e ter companhia em nosso sonho, é fantástico.

Concordamos ?

Ricardo garopaba Blauth


 

sexta-feira, 5 de setembro de 2014








EM EXECUÇÃO

Inquieto e ansioso o artista que mora dentro de mim, procura sempre algo onde pode dar vazão ao que vai no seu interior.

Ontem enquanto técnico fazia uma “faxina” no meus computadores voltei minha atenção a um projeto que estava há muito parado.

Logo que primeiros traços surgiram ansiedade diminuiu e atenção ficou voltada ao que surgia na minha frente.

Depois de pronta será uma obra interativa em que o expectador poderá trocar e virar parte das peças que a compõe, resultando aos poucos em nova visão que pode a qualquer momento voltar ao desenho original. 

Curioso estou em ver o resultado final. Será que haverá a interatividade esperada ? 

Sempre tive “alergia” a cartazes de “não toque”. Quero e gosto de ver obras sentindo texturas.

Registrando etapas posso ver mais tarde obra surgindo.

Ricardo garopaba Blauth


 (

quarta-feira, 3 de setembro de 2014


ELIZABETH ROSENFELD

 

Alemã chegou no Brasil ainda criança.

Viajou muito pelo mundo mas arte  e suas possibilidades sempre foi seu foco.

Adotou Gramado junto com seu casamento e ficou fascinada pelo mundo de madeiras que viu por aqui.

Treinou mão de obra local em moveis e artextil que levaram Gramado a ser conhecida nacionalmente.

Quase ao fim dos anos sessenta concebeu em madeira a estatueta que hoje é conhecida no mundo do cinema como Kikito.

Elizabeth foi um batalhadora tenaz pelo que fazia e treinar mão de obra local foi fundamental para que Gramado ser o que é hoje.

Mais de cinqüenta anos depois seus moveis e tecido naturalmente tingidos ainda existem e resistem ao tempo sem perder seus encantos.

O sofá e duas poltronas com seus estofados originais, design puro de Elizabeth Rosenfeld comprados lá no seu início, continuam intactos e fortes na nossa casa em Garopaba continuando a ser usados diariamente pela Sofia e Bárbara que lá estão morando mantendo nossa exposição e atelier abertos.

 

Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

 
TELA, TINTAS, PINCÉIS


 juntos os três / com o prazer do fazer / se tornam presentes / retratando imagens / do imaginário / do que povoa minha mente / onde criança ainda mora

atelier improvisado / lona sobre mesa / da sala "de jantar" / da ...nova morada / recebe sobras / de tintas inquietas / que tentam fugir / para elas próprias criar / seus caminhos coloridos

outro tecido ao lado / serve de paleta / onde preparar cores / com misturas desejadas

no fim o resultado / sempre surpresa / para olhos que acordam / do sonho pintor


 ricardo Garopaba blauth

domingo, 31 de agosto de 2014






 
PINTANDO O PRESENTE

Quando se inicia uma nova vida escolhendo arte em todas suas formas como atividade é natural que surja naturalmente a necessidade de ter alguém a nos auxiliar.

Em 1987 passando a morar no alto do Morro de Dois Irmãos, ...construí lá não apenas um atelier com todo necessário para criar e o que minha inquietação pedia fosse produzido, mas também o auxilio inestimável de um guri filho da região e meu vizinho, que passou a fazer parte da minha vida artística.

Hoje, quase trinta anos depois, este guri já é pai e empresário de sucesso alem de atual proprietário da propriedade, presenteada à nossas filhas que a venderam a ele.

A tela acima será presenteada hoje à tarde a sua filha e esposa que festeja aniversário na propriedade onde comecei pra valer o que hoje sou.

Obrigado Leandro, Melisse e pequena Laura......

Nesta singela tela espero ter pintado o prazer e a alegria em ter vocês como amigos que amo.

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 30 de agosto de 2014

ontem falei de um guerreiro ter encontrado nova casa onde encontrou paz e harmonia

hoje mostro o lugar onde agora está

um beijo de amigo se descobrirem que lugar é este onde repousa o guerreiro
...
está cercado de amor a arte por todos os lados.....veja , se puderem a parede ao fundo........

abraço amigo desde que também renasceu
 
 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014




EM NOVO LAR

encontrou casa amiga

para repousar

de muitas batalhas

lutou sempre

para alcançar

o lugar

que agora tem

 

Ricardo Garopaba Blauth

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

SENTINDO OS SINAIS

Desde que voltei a acreditar em anjos passei a sentir cada vez mais forte os "sinais" como os chamo.

Quem sabe seja o inverso, pois sentindo mais forte os sinais os anjos passaram a ser naturalmente normais na minha vida como já o eram na infância. Ou quem sabe por ter liberado totalmente minha criança interior a simplicidade voltou a fazer parte do meu viver.

Que coisa incrí...vel a sensação de se sentir "amparado" por algo que dentro de nós mesmo existe. Como não crer em anjos se eles existem. Ou melhor, se eles existem porque não neles confiar?

A sensação de ver o que chamo de sinais deve ser particular a cada um.

Tenho tentado cada vez, deles menos falar, pois para céticos, para aqueles que tem no TER em primeiro lugar, tais pensamentos devem ser frustrantes e portanto dispensáveis ou quem sabe, até perigosos.

Septuagenário, já muito vi e nada indica que meu prazo de validade vá vencer tão cedo. Então há que procurar valorizar o que se tem e como se os tem.

Leio muito, gosto de conversar, principalmente com quem possa acrescentar novos fatos aos meus saberes.

Gosto de interagir e compartilhar vivencias e experiências adquirida ao longo de mais de sete décadas.

É prazeroso e alegre tal fazer. Sinto então que os sinais ajudam a identificar trilhas a seguir, fornecendo segurança e tranquilidade no caminho de viver.

Existem "sinais" que ha muito "me perseguem" e curioso que sou me tornei mais atento sobre os eles.

Assim como agora os chamo. Sinais.

Hoje, cada vez mais aberto e sensível, começo a perceber que diferentes e novos sinais se me apresentam, proporcionando à meu viver nova realidade.

Sentindo os sinais, seguir em frente torna cada novo momento mais leve.

Sentindo os sinais, torna possível inclusive aceitar surrealidades e apesar delas ou por causa delas reconstruir o viver.

Ricardo Garopaba Blauth

terça-feira, 26 de agosto de 2014

 
TINGUELY

Em 1991, em Basel na Suíça onde estava realizando minha primeira exposição individual fora do Brasil, ouvi o nome deste escultor pela primeira vez.
Jean Tinguely.

“Jean Tinguely foi um escultor suíço. Foi um dos fundadores do No...uveau réalisme, um movimento artístico que elege os materiais e elementos derivados da realidade cotidiana, como os desperdícios” segundo o Wikipedia
.
Visitar o museu que leva seu nome e constatar ao vivo a realidade de quão pouco sabemos e nos é, ou foi ensinado nas escolas, foi um momento absolutamento fantástico. Estava dentro de um “templo” dedicado inteiramente às obras deste genio criador.

Coloque somente tinguely no google, chame as imagens e fica abismado.

Na praça principal de Basel está instalada uma escultura sua toda movimentada por agua e projetada de tal maneira que, quando no inverno tudo congela, a escultura vai parando aos pouco na medida do congelamento, até que se transforme em gelo a ultima gota a cair. Na primavera o processo se inverte e aos poucos a escultura recomeça a “viver” novamente.

Quando decidi ser artista para ter atividade que me mantivesse em movimento, sempre acreditei que a criatividade e não o dinheiro é que faz o nosso cerebro se manter vivo e nos fazer procurar sempre o prazer do fazer.

Tinguely. Meu espanto ao conhecer suas obras permanece até hoje.

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 23 de agosto de 2014

SOBRE DIREITOS E DEVERES

ontem escrevi sobre obrigação de votar
motivado pelos comentários lembrei de algo que escrevi a mais tempo
repito o que postei na ocasião e repito o que acredito faltar no Brasil.....
EDUCAÇÃO JÁ..........
chega de "políticos" que se comportam como os alunos do texto abaixo

ESCRITORES DA LIBERDADE
...
Erin Gruwell. É o nome de uma professora norte americana. Como muitas pelo mundo a fora. Foi ser professora porque queria ensinar não pela grana que poderia ganhar, mas por amar fazê-lo. Existem centenas de outras profissões que financeiramente são melhores. Erin Gruwell começou seu primeiro dia de aula com o entusiasmo daqueles que amam o que fazem. Começou a lecionar numa escola de periferia de alunos pobres e problemáticos além de outros decididamente bagunceiros, pra disser o menos. Por isso que ao fim do primeiro dia de aula apesar de tremendamente frustrada, foi procurar uma alternativa para conseguir realizar seu sonho de ensinar. Erin Gruwell é uma pessoa real. Uma professora como milhares no mundo a fora que ama o que faz e que frente a um enorme problema não se abateu e foi a procura de alternativas. Sua história pode der lida em reportagens, livros ou vista num DVD chamado “OS ESCRITORES DA LIBERDADE”. Há muito que quero falar sobre seu trabalho e acredito que seu nome surgiu agora em que estou fazendo uma série de textos sobre gente que ama o que faz. Erin Gruwell é uma pessoa que ensina esperanças. Veja o filme e constate você mesmo. Hoje existe nos Estados Unidos a FREEDOM WRITERS FOUNDATION “Fundação dos Escritores da Liberdade” que surgiu depois que Erin ensinou a seus alunos a ter esperanças em si próprios, escrevendo seus problemas e então lutar para conseguir o que queriam. Confira e emocione-se.

http://www.freedomwritersfoundation.org/site/c.kqIXL2PFJtH/b.2286935/k.AD6E/About_Erin_Gruwell.htm

http://www.freedomwritersfoundation.org/

RICARDO garopaba BLAUTH

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

DIREITO, NUNCA IMPOSIÇÃO

 Há muito tempo atrás postei o texto abaixo.
Agora com setenta e cinco e já livre de obrigação de votar, vou voltar as urnas para exercer o que deveria se um direito, nunca uma imposição.
Porque vou exercer meu direito, você sabe porque...........

ELEITOR

 Sempre acreditei no direito que os cidadãos têm em escolher seus representantes, mas não sermos obrigados a votar.
Direito é correto, imposição não.
O titulo numero 16.008 emitido em 1962, que até hoje guardo como recordação me lembra de tempos em tempos disto.
“Ter que” é coisa que detesto e votar o é dos dezoito aos setenta anos.
Acho fantástico adolescentes poderem fazê-lo desde os dezesseis anos se o quiserem depois dos setenta poder continuar exercendo este direito enquanto vivos, já livres da imposição.

RICARDO garopaba BLAUTH

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

 
ESTUDO CERÂMICO

Pacientes pousaram / para serem fixadas / em placas cerâmicas / onde agora estão / tendo o mar a sua frente / dia e noite

Esmalte seco aceitou / ação dos meus dedos / riscando estes frutos do mar / que depois fogo queimou...
/ vitrificando o esmalte / ao calor / de mais de mil graus

Sol e chuvas / sobre eles agora agem / mas impávidos permanecem / guarnecendo local / onde foram fixados / guardiões / de um local de arte / na Vigia - Garopaba

Ricardo garopaba Blauth