obrigado por sua visita........ricardo

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

 
ETERNO DESAFIO DA IGNORÂNCIA CONTRA O CONHECIMENTO
 
Sempre haverá algo que desconhecemos e num mundo em constante rapidação a busca dos novos conhecimentos é fator decisivo para o sucesso ou insucesso do que realizar-mos.
 
Boa parte do nosso dia deve ser dedicado a leitura e estudos afim de generalisticamente estarmos ao par das mudanças que estão ocorrendo em todos os campos da atividade humana.
 
A frase que intitula esta cronica ouvi de um medico que a disse com seriedade, mas cheio de bom humor.
 
Lembrei da oração atribuida a S. Francisco "ter forças para aceitar inevitáveis, coragem para mudar os possiveis e sabedoria para saber as diferenças".
 
Sou um eterno otimista e gostei de ouvir deste médico a frase do titulo.
 
Estávamos comentando os erros médicos daqueles que não estudam e leem após formados, causando danos "involuntários" por vezes irreversíveis, para pacientes que neles confiam.
 
Posso aceitar o que não tem mais volta, mas vale "gritar" verdades que poderão afastar erros futuros.
 
Cada um de nós pode e deve fazer sua parte. Ler, ser generalista e procurar saber mais sobre "soluções" propostas. Saber em quem confiar, perguntando questões pertinentes e esclarecer todas duvidas antes de começar tratamentos que podem causar danos ao invés de curas.
 
Aumentar nossos conhecimentos vale para tudo, mas com relação a nossa vida certos erros por ignorância é algo inaceitável.
 
Vida é uma só.
 
ricardo garopaba blauth

quinta-feira, 30 de outubro de 2014


MARIO QUINTANA


Já foi um majestoso hotel na principal rua da capital dos gaúchos, onde agora moro e é hoje um Centro Cultural com uma agenda intensa ocupando o enorme prédio.
Cinéfilo venho aqui com freqüência a uma das quatro pequenas salas de cinema, sempre apresentando filmes que raramente alcançam o ciclo comercial.
Porto Alegre tem proporcionalmente ao numero de habitantes, mais salas do que São Paulo. Uma dos motivos que me fizeram decidir por aqui residir foi isso, mais o aeroporto, que é porta de saida ao mundo e fica logo ali a minutos de onde moro.
Um grande amigo, meu mestre Caé Braga, ao saber do porque tinha colocado Garopaba no lugar do nome do meio, deu uma enorme risada e qual Mario Quintana fez um o seguinte comentário ...." ricardo edmundo blauth / se queres " viajar" e compartilhar / era só transformar em verbo / a primeira letra do nome do meio / e acrescentar uma vogal....ricardo É DO MUNDO ......"

Aqui no centro cultural Mario Quintana recordo a lição que o poeta nos ensinou.........."não basta apenas viver...é preciso também sonhar"

ricardo garopaba É DO MUNDO blauth

 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014


 
DOIS ANOS DEPOIS 

Dois anos se passaram depois que cheguei neste local pela primeira vez, Museu do trabalho em Porto Alegre-RS onde o mestre Caé Braga transmite aos seus alunos conhecimentos para usando as mãos e barro criar formas de arte e assim ocupar mente.

Fui sabiamente aconselhado a interagir com pessoas fazendo o que adoro, vencer desafios. Assim comecei aqui a reconstrução de uma nova vida sem sucumbir.

Com minhas mãos inquietas ocupadas meu cérebro, minha mente me deram forças para aceitar o que eu não podia mais mudar e seguir em frente.

Aos poucos fui encontrando novas formas de viver e amar, interagindo comigo mesmo, com pessoas e realidades.

Obrigado meus anjos da guarda que minha criança interior ainda acredita, obrigado Cristo, obrigado minha família e obrigado a todos com quem comparti minha dor. Recebi energias que me tiraram do lado do corpo da minha esposa e me trouxeram às primeiras pessoas com quem interagi fora do hospital, alem dos meus familiares.

Citar nomes ? Cada um sabe no fundo do seu coração o que representou para mim.

Obrigado......namastê............

 

Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 14 de outubro de 2014



 
ENCOMENDAS 

Sempre gostei de desafios e vejo hoje a caminho dos oitenta que cheguei até aqui construindo com aquilo que surgia a minha frente.

Foram muitas obras que realizei a partir de propostas que me eram feitas.

Quando seduzido por algo nunca foi o aspecto financeiro o maior entrave, pelo contrário, realizava o trabalho com um prazer redobrado, como neste caso que realizei um painel para um cliente que trabalha com confinamento de gado e este satisfeito, pouco tempos pediu mais outro sobre o mesmo tema.

Quando realizo uma encomendo entro em imersão total sobre o assunto, fazendo pesquisas de campo, tomando fotos e fazendo rascunhos de como apresentar o tema de forma lúdica.

As obras acima são telas individuais montadas de maneira a poderem ser transportadas com facilidade se for necessário.

Estas montei no próprio local depois de tê-las transportadas no meu próprio carro.

A variedade de assuntos que já abordei em telas que transformo em painéis é grande, pois adoro contar histórias para que empresários e famílias tenham em uma pintura a sua trajetória contada de forma diferenciada.

Criar é inerente a todo inquieto que encontra no fazer prazerosos momentos de alegria e satisfação indescritíveis para os “normais”.........
 

Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 13 de outubro de 2014


 



ALEGRIAS DE UM DESAFIO

 

Bratislávia é a capital da Eslováquia e fica a menos de cem quilômetros de Viena -Austria.

Pois um dia no passado recebi na Aldeia das Artes na ocasião meu atelier e residência em Dois Irmãos –RS,  a visita de uma empresária brasileira que tem altos negócios com estes país.

Queria no seu escritório em Belo Horizonte - MG algo que a lembrasse constantemente do país europeu que adora e para onde remete produtos brasileiros.

Foi-me recomendada por arquitetos que faziam a reforma do seu escritório e a quem sou grato.

Recebi uma coleção de livros sobre o país europeu e comecei imediatamente os rascunhos até chegar ao resultado que preenchia as aspirações da empresária.

Como sempre realizar o trabalho na Aldeia das Artes, atelier agora vendida, me encheu de alegrias, pois todo processo de fazer os painéis e sobre eles colocar o tecido das telas foi lá realizado, assim como ter condições plenas de pintar uma obra de bom tamanho.

Coloco aqui algumas fotos do meu atelier de pintura no qual temáticas diversas realizei e também da própria Aldeia, onde ao construí-la coloquei toda a alegria do fazer prazeroso.

Acredito que somente conseguiremos transmitir no nosso trabalho energias, se ao realizá-lo estivermos em sintonia com o prazer de viver, em sintonia com o universo.

Compartilhar e aceitar desafios serão meus objetivos enquanto o prazo de validade a mim destinado estiver em vigência.

Venha compartilhar e conversar.

Adoro jogar conversa fora com que tem algo a compartilhar e desafios a oferecer.

 

Ricardo garopaba Blauth

domingo, 12 de outubro de 2014


 
SER CRIANÇA.......SEMPRE 

podemos / devemos / é possível / saudável / natural / ter prazeres / alegrias

crianças não tem medos absurdos / os que tem / os sabem protegidos / por amor

confiar em si mesmos / ser soltos na imaginação / acreditar em amigos / nossas outras crianças / com quem brincar

obrigado Cristo / por me proteger / desde sempre / com teus anjos / que sinto / sempre comigo
 

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 11 de outubro de 2014


 
LINHAS, LETRAS E CORES
 

Mão tentava desenhar uma mandala e mente distraída com tudo que ia em seu interior fez surgirem letras que tentavam formar palavras

Por fim um mau registro fotográfico traz o resultado para vocês
 

Ricardo garopaba Blauth

SER DIFERENTE

 
Diferente é / como todos / em personalidade / quereres e saberes / porem nunca  indiferente /   perante realidades / a viver / usufruir

Ser diferente / como cada um o é / aceitando e potencializando / o que lhe dá prazer / alegrias / levará vida a patamares / aparentemente inalcançáveis

Ser diferente / como a cor verde / o é da cor rosa / sabendo que é verde / resultado  da união / do azul e amarelo

Ser diferente sabendo / valorizar e respeitar diferenças / que nos fazem crescer / e ser únicos

 

Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 10 de outubro de 2014


 

FELICIDADE EXIGE VALENTIA
 

Recebi a  frase acima num email de amigo. 

As quatro palavras tão fáceis de dizer mas quantas pedras no caminho para fazê-la se tornar realidade. 

Sabe aquela sensação, de que o que você está lendo foi você que pensou e escreveu ? Foi o que aconteceu quanto li. Por isso reproduzo abaixo o texto. 

A felicidade exige valentia.

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." 

O autor segundo o remetente do email foi Fernando Pessoa, mas como tudo da internet fica a dúvida. Não importa. O que ali está contido posso assinar junto com quem a criou.

Guarde as pedras sejam quais forem.  Construa “castelos”, mas caminhe sempre  em frente,  valente consigo mesmo. 

 

RICARDO garopaba BLAUTH

quarta-feira, 8 de outubro de 2014


 

 
ESPAÇOS

No meu apto estou colocando obras do meu acervo em locais ainda disponíveis.
Como vão surgindo novas de uma nova série ainda sem nome, mandalas & natureza talvez, até a porta da cozinha entrou na dança.
Aqui uma visão de quando estou no fogão.
Adoro cozinhar olhando para todos os lados.
Ainda não coloquei nenhuma obra no teto.
Ainda não........rsrsrsrsrsrrsrsr 

ricardo garopaba blauth

terça-feira, 7 de outubro de 2014


 





COR PRETA NÃO EXISTE 

As três cores primárias, todos sabem, são amarelo, vermelho e azul. Destas surgem às outras pela união de uma com outra. Isto pode ser conferido olhando as cores do arco-íris. Lá estão elas acompanhadas das cores complementares. Branco é, aprendemos na escola, à soma de todas as cores e preto a total ausência de luz. 

Porque estou falando nisto? Ora, artista que sou pinto e para exercer esta atividade uso o que a imaginação humanamuito criou para representar as cores. Tintas. 

Criadas há muito tempo por excelentes artesões-alquimistas a partir de pigmentos, hoje estão a disposição de todos, para que colocados em substratos (bases) possam ser vistas artificialmente. 

Poucos param pra pensar o que aprendemos na escola. nos foi ensinado e demonstrado que existem somente as três cores primárias que não podem ser desdobradas e que todas as restantes são somas de uma com outras. Senão vejamos. Uma sala está toda pintada de branco, é noite sem lua, e a luz elétrica (artificial) é apagada. Que cor a sala é agora ? 

Quando pinto uma tela, começo com uma lona preta que preparo adequadamente, sobre o qual desenho com lápis pastel seco de cor clara. A seguir vou aplicando as cores artificialmente produzidas, colocando-as sobre a tela, como se luz fossem. O resultado você pode conferir em trabalhos meus prontos em que foram removidas as linhas inicialmente desenhadas. 

A luz pode ser estudada, desdobrada, a escuridão não. Esta é absoluta, um nada. Dentro desta premissa, alem de pintar sobrepreto” colocando as cores como se luz fossem, procuro agir assim também no meu dia a dia.  

Evito falar em fatos ou aspectos negativos (escuros) e dando ênfase, luz sobre aspectos positivos. Pense, num teatro, num circo, num show, numa cena de novela onde está à luz, o foco da atenção? Concentrada, onde quem dirige o espetáculo, quer que você tenha sua atenção. Os “holofotes” estão todos concentrados onde o que se quer salientar está acontecendo.

Que talgastarnosso tempo, nossas energias somente com aspectos positivos do que se , , ouve ou vive. Ponha sua atenção, seu foco, sobre o que pode ser construtivo, sobre o que pode somar ao invés de dividir, diminuir.

Ponha a “luzsobre o “ser” ao invés do “ter” e ficará surpreso em ver como tudo pode aparecer com novas cores, novas nuances desconhecidas e prazerosas. 

Ponha maisluzesem sua vida, some vidas ao invés de dias. Saliente o positivo, não dando espaço do negativo. 

O mundo, o planeta, a vida que estamos tentando preservar agradecem. 

Seus filhos, netos e outros que virão terão mais cores, mais luzes para apreciar, mais prazeres a usufruir.
 

RICARDO garopaba BLAUTH

domingo, 5 de outubro de 2014


 
COLOCANDO CORES

“cores” estão hoje / sendo colocadas / em “futuros” do país / em que vivemos

na cena acima estava eu / a colocar luzes / sobre o preto de uma tela / que tinha ausência delas / pois preto na natureza / cor não é

espero ter forças para / aceitar inevitáveis / coragem para mudar os possíveis / por isso hoje vou / exercer um direito / detesto obrigações

adoro cores / liberdades de e para / caminhar por caminhos / que mesmo tendo pedras / possa eu recolher / e com elas fazer / criar / “castelos”

 

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 4 de outubro de 2014


VAMOS VIVER

envelhece quem não morre jovem. Assim mesmo descobre que a vida passa com velocidade e chega o dia em que descobrimos que “a vida é curta”.

'A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. A vida não pode ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, devemos dançar....'   

O parágrafo acima eu o li nalgum lugar. Não lembro mais onde ou quem é o seu autor.

Encerra tanta verdade e simplicidade que deveria estar indelevelmente impressa no nosso cérebro. Me faz lembrar uma pequeno fato verdadeiro que conto a seguir.

Muitos anos atrás quando ainda biologicamente jovem entrei numa loja de ferragem. O proprietário, um amigo falante e brincalhão me apresentou o que era uma novidade na época. A trena retrátil. Até então o instrumento usual de medição de um construtor, era o metro feito de madeira e que era dobrável. A trena de metal que se expandia até 3 metros e se recolhia dentro de sua embalagem por ação de uma mola.

O meu amigo se divertia apresentando a novidade de modo criativo.

Perguntava primeiro se sabíamos qual era a idade media de um brasileiro, que acredito que na ocasião eram 65 anos. Ele então puxava a trena até 65 centímetros mostrando ostensivamente a trena puxada. Perguntava então a nossa idade e recolhia aquele tanto. Dizia dramaticamente divertido:  é isto que ainda te resta viver”.

O resultado desta brincadeira causou em mim profundo impacto, pois creio que foi a primeira vez que tive a consciência de como “a vida é curta”, apesar de que hoje alcançamos uma longevidade maior, Mas a vida continua curta e o tempo passa rápido.

E você, se deu conta deste fato?  O que está fazendo a respeito?

Está rindo mais? Abraçando e beijando mais? Está falando mais com sua criança interior? Está dançando quando pode ou esperando um a musica melhor aparecer?

Viva o momento. Viva a vida verdadeiramente. Dance imaginariamente a canção que está dentro de cada um de nós. A vida é curta.

Curta a vida.

RICARDO GAROPABA BLAUTH

sexta-feira, 3 de outubro de 2014


 
LUZES 

obrigado vida por me abençoar com as três filhas que amo e que ajudaram com seu amor a ser o pai que sou

obrigado Cristo por jogar luzes nos  caminhos que cada um escolheu e está seguindo

obrigado a todos que amam e são amados por compartilharem conosco suas energias que usamos para reconstruir nossas vidas após nossa perda da matriarca

obrigado a todos que nos acompanham e compartilham o que amamos

obrigado a quem fotografou ,minha filhota Nina, musicista fazendo o que adora

um pai e avó orgulhoso deseja energias e  paz a todos que amam ser e fazer seus queres

 

Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 2 de outubro de 2014


NÃO TENHO MAIS PRESSA

 

ter vivido bastante é uma das certezas que um velho tem, independente da idade biológica. Aceitar a fato e dele conhecer as manhas e as manhãs é  um dos prazeres que podemos receber. Além disso fazer tudo com sorriso porque chorei demais”.  A poesia está presente em tudo que fazemos ou pensamos e somos nós que não percebemos que um dia a gente chega e no outro vai embora”. Cada dia mais velho “ando devagar porque tive pressa” e estou finalmente entendendo que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir seguindo em frente  porque  cada um de nós é um ser que  “carrega em si o dom de ser capaz de ser feliz”.

 

O parágrafo acima escrevi depois de ouvir mais uma vez a musica de Almir Sater e Renato Teixeira na voz de Maria Bethania num momento especial em  que tudo entrou em mim como uma benção. Recebi de amigo anexada a um email, com a letra acompanhando a musica. Imediatamente tive a vontade de escrever mas, seguindo o conselho da própria letra, fui devagar porque não tenho pressa.

 

O paragrafo inicial foi escrito com partes da canção que estão colocadas entre aspas e sublinhadas.

Andar devagar, mas sempre. Somar vida aos nossos dias e vibrar interiormente com as belezas que nossa criança interior entende.

 

Para quem aprecia um bom texto anexo abaixo a letra completa da musica,  TOCANDO EM FRENTE :

 

Ando devagar porque tive pressa
Levo esse sorriso porque chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia.
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
e no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Ando devagar porque tive pressa
E levo esse sorriso porque chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz

RICARDO garopaba BLAUTH

terça-feira, 30 de setembro de 2014


 BUSCA DO CENTRO DE SI PRÓPRIOS

 Estava lendo um livro em que personagens principais participam duma cerimônia indígena. Determinado momento receberam  as indicações de como fazer as viagens espirituais para alcançar a idade adulta e assim alcançar “o centro deles próprios”.
Gostei do trecho que li. Centro deles próprios, escrito num romance ficcional, não um livro de auto-ajuda.
Livros de auto ajuda sucesso fazem enquanto estão sendo lidos. Após a última pagina  seus ávidos leitores partem imediatamente para outro e mais outros que dizem todos a mesma coisa. A busca de si mesmo, que confusos não sabem estar dentro de si próprio
Nada tenho contra quem os lê, mas acredito que tudo que precisamos está no nosso interior.
Por que insistimos em procurar fora a simplicidade, a alegria de viver  tentando enxergar soluções naquilo que está fora do nosso alcance.
A alegria de compartilhar, de conversar sobre  duvidas e questionamentos é uma excelente fonte para chegar ao “nosso centro”, ás nossas próprias verdades.É vivendo com toda intensidade da alegria infantil da nossa criança  interior que quer ver respondidas suas curiosidades,  um caminho prazeroso que nos leva para nossos “próprios centros”.
Abra suas “comportas” e se renda aos encantos da natureza e dela receba sinais que atento você saberá “ver” e assim chegar a si próprio.
Você nunca mais será o mesmo. Cada novo dia uma nova surpresa. 

RICARDO garopaba BLAUTH