obrigado por sua visita........ricardo

TODOS OS TEXTOS ANTERIORES ESTÃO EM ORDEM ALFABÉTICA NO LADO DIREITO - É SÓ CLICAR

quarta-feira, 20 de agosto de 2014


 
ESCULTURAS DE PAREDE

Obras modeladas em argila em grande formato e sobre ela fiz forma de gesso antes que o barro secasse completamente.

Gesso seco recebeu papel que reciclei apresentado o que havia no barro modelado. Depois de secos descolaram do gesso

Preparei suportes em mdf e sobre esta estrutura colei os papeis e os pintei com tinta acrílica mais areia finíssima.

O resultado está no meu acervo no apartamento em Porto Alegre.

As formas de gesso ficaram pesadíssimas e as coloquei na parede externa do atelier em Garopaba.....

Quem sabe fazemos algo assim nalgum local da sua casa ou empresa ?

Um abração gaúcho

Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 19 de agosto de 2014

 
PRIMEIRAS OBRAS

Em 1986 decidi fazer artes usando fotos de viagens. Era o ex- empresário acordando para o viver prazeroso. Como sou inquieto e ansioso, logo descobri que não precisava mais “trabalhar” e sim ter uma atividade que pudesse ex...ercer até que meu prazo de validade vencesse. Isto já faz vinte e oito anos.

Decidi pintar, colorir minha vida, ter um fazer alegre e cheio de prazeres.
A foto acima é uma das minhas primeiras obras desta fase.

Bárbara “salvou” a tela durante os quatro dias de despedida da Aldeia das Artes e a levou para Garopaba onde logo encontrou comprador.

Uma “relíquia” dos meus primeiros passos como artista plástico.

Fico feliz que estará por perto em casa de morador permanente de Garopaba.
Bárbara está trabalhando muito fazendo oficinas com adultos e crianças.

ART3, nossa exposição lá está aberta todos os dias com a Sofia, mãe da Bárbara pintando suas telas também.

Estive por lá por uma semana e fiquei feliz em ver a movimentação.

Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

 
PALETA DE TELA PRETA

Outro dia, pronto para iniciar a pintura de uma tela sobre lona preta, não achei a minha paleta tradicional para colocar as acrílicas tintas.

Sem titubear rasguei um pedaço de lona igual a que ia pintar colocando ali ...as cores que precisava para trabalhar e terminar as obras que prometera para o dia seguinte.

Entrei madrugada adentro usando o pedaço de lona que improvisei de paleta e no dia seguinte vi sobre a mesa de trabalho a cena acima.

Cores primárias me atraem assim como a força que parecem transmitir, mais muito prazer e alegria.

A mesa da sala de jantar que improvisei de atelier está protegida de outra lona mais clara e hoje revela o quanto sobre ela já produzi.

Estou me adaptando a pintar diretamente na lona sem que esta esteja em bastidor o que me possibilita pintar telas grandes o que seria impossível se em bastidor estivesse a tela.

Minha pintura ultrapassa as bordas da lona que estou a trabalhar deixando assim na lona que protege a mesa vestígios coloridos.

Uma segunda vantagem. Estou conseguindo aos poucos dominar este novo jeito de pintar em espaço mais reduzido. Assim as obras prontas, independente dos tamanhos, podem ser enroladas e desta maneira serem facilmente transportadas, o que seria impossível se montadas em bastidores estivessem.

Aos poucos estou chegando onde quero. Pintar em qualquer espaço que me for destinado na futura viagem internacional que farei logo logo..........Enquanto isso pinto mandalas que estão me seduzindo e revelando suas energias.........

Aguardem........

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 16 de agosto de 2014

 
 
CABEÇAS DO JOÃO
Ao reconstruir minha vida / primeiro lugar onde meti as mãos / foram nos barros / do mestre Caé Braga / no Museu do Trabalho / em Porto Alegre-rs

Ali tive momentos / que puseram minha cabeça atordoada / aos poucos no luga...r / modelando argilas / deixando dedos / comandarem ações

Um dos alunos do Caé / é João Klepsig / Que se achou / como artista / já com exposições individuais / fazendo cabeças / frutos da / sua mente criativa

Em bronze depois fundidas / receberam cores automotivas / também criativamente / pintadas

Mencionar amigos / que lá fiz / é revelar um tesouro / que prefiro / deixar vocês descobrirem / ao visitar uma terça a tarde / numa das aulas / do escultor maior / mestre Caé / e seus cavalos

Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

PARA LER NA REDE

Não lembro mais quando foi a primeira vez que li palavras suas, mas a partir de então quis saber mais.

Elas vieram de presente dentro de três pequenas caixas de papelão cheias de folhas soltas onde estavam escritas.

Amarrava cada caixa uma fita de seda, como para que não fugissem e saíssem por ai fazendo traquinagens.

Desde então de tempos em tempos deixo que minha memória voe... e as leia com deleite.

Melhor a fazer a leitura de maneira mais relaxada possível, assim numa rede, como na imagem que uso para emoldurar o meu Face.

O mais incrível é que muitos ainda não tiveram o privilégio de colocar os olhos nalgum de seus escritos.

“Noventa por cento do que eu escrevo é invenção, só dez por cento é mentira”
Manoel de Barros não escreve em português, mas o “manuelês” para expor em cadernos que ele mesmo fabrica, onde a lápis toscamente apontados, coloca o que brota em sua mente.

O assunto me veio para aqui postar revendo pela enésima vez o DVD que por obras de magia me veio as mãos.

Manoel de Barros.

Sou um privilegiado por me deliciar com suas invenções e suas mentiras.


 Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 14 de agosto de 2014



 
NOVOS AMIGOS DA ARTE

Em Garopaba no meu ex-atelier, novos amigos da arte estão convivendo com tintas e materiais diversos dando vazão aos estímulos que recebem da minha neta Bárbara e seu namorado Mohamed que lá estão com a exposição ART3 ...aberta e oficinas em atividade.

É prazeroso e estimulante ver suas feições serias fixadas nas lentes da digital e postadas no Face que ambos mantém.

Até as guardiãs das casas, Gaia, pastora alemã e Pogli, RPI (raça pura indefinida), já se renderam a convivência das aluninhas.

Vi alegria nas feições de seus pais e mães trazendo os pequeninhos para momentos de arte.

A tudo isto as minhas telas e desenhos ao fundo fazem cenário.

Nos dias em que lá estive antes de ir a São Paulo e Campinas, pude ver meu espaço sendo amplamente ocupado, inclusive por adultos em diversas modalidades artísticas.

Viva a arte de bem viver, não importam idades.


 Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 13 de agosto de 2014


 
NO JARDIM

apoiado na base de um banco / beija flor em prato de cerâmica / busca energias aqui / ESPAÇO TERAPEUTICO DA LUZ

as terapias da Lia / Reiki / Cromoterapia / Cristais / Samantha Sai Sanqeevini / Fragrâncias Curativas / energizam o... lugar

beija flor / foi chamado / à beleza e energias / do novo espaço / em que a Lia / agora atende

assim como beija flor achou / também é fácil você chegar / Travessa Guaíba, 21 / centro de Esteio / logo após a praça / Coração de Maria

num espaço diferenciado / muita luz e energias / no meio da natureza / cercada de artes / a casinha de atendimento / espera você

quem convida / é seu amado / testemunha das forças / da terapeuta / e de seu amor / ao fazer de que é mestra

Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 12 de agosto de 2014

 
FOTOS - IMAGENS –VIAGENS
Quando se escolhe viver para aquilo que nos dá prazer o resultado final será sempre a alegria de viver, mais as conseqüências deste fazer.

Juntos a anos, o tempo já contando em décadas, dois amantes de viagens ...e fotografia já trilharam o mundo atrás de tudo que pudesse satisfazer os prazeres que ficaram fixados em imagens, desde o tempo da fotografia analógica, slides, até os tempos de hoje em que digitalmente fica o que vêem e clicam com suas potentes máquinas fotográficas.

Amante de imagens que sou além de pai e sogro sinto um frio de emoções percorrendo a espinha vendo o quarto livro de fotos sendo lançado, agora registrando com o coração locais que todos nós gaúchos e brasileiros conhecemos, a Serra Gaúcha.

Logo que terminarem os lançamentos deste livro “NO CORAÇÃO DA SERRA GAÚCHA” imediatamente partirão para capturar as imagens para os próximos dois novos projetos que resultarão em novos livros de fotos, Os temas serão ”estradas do Brasil” e “águas do Brasil”.

Sendo o quarto livro os três livros anteriores foram todos frutos de muitas estradas percorridas.

São “Imagens do Rio Grande do Sul”, ”Bem Brasil” e “Costa do Brasil”, todos vendendo bem e divulgando o amor destes dois por fotografia.

Vamos nos encontrar na Cultura. Terça, dia 12 as 19 hrs.

Ricardo Garopaba Blauth


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

COLECIONADOR DE IMAGENS


 Gosto de garimpar por ai e neste fazer vou encontrando e registrando imagens que gosto de armazenar, para quem sabe o que.

Imagens achei em livros da infância, em filmes da adolescência, em desenhos toscos que registrei, até chegar as fotos P&B onde as fixei com as químicas fotográficas brincando num quarto escuro de um laboratório.

No mundo onde a internet nos leva... a todos lugares que a curiosidade quiser, gosto de salvar coisas que num futuro podem enriquecer algum texto ou melhor, até provocar as palavras para que saiam e venham brincar conosco.

Colocar tudo onde possa encontrá-las quem sabe novamente um dia, causa surpresas quando as reencontro. Minhas antigas fotos e negativos sei lá onde foram parar.

Muitas imagens se perdem outras são levadas agora para telas em cores que gosto exuberantes.

Curioso nato sinto alegrias em imagens que me causem o prazer de viver. Palavras então surgem de algum lugar em que estavam e aparecem para que meus dedos as digitem no computador, que obediente o faz.

De tempos em tempos remexo e encontro várias que guardei e quando as reencontro me fazem sentir vivo por amar, por novamente aprender a ver nos anjos a confiança que distribuem graciosamente a quem neles acreditam.

Para um apreciador de imagens e cores, descobrir nova s em garimpagens aleatórias é gratificante.

Em tudo existe poesia e lixo. Separar e valorizar o belo aos nossos olhos nos leva a lugares que conduzem a outros e no meu caso a palavras que digito e compartilho.

Sou um eterno caçador de imagens, como já fui chamado e espero nunca perder o prazer de viver que agora reencontrei.

Ricardo garopaba Blauth


 dedico este texto a duas pessoas muito queridas.......Bala Blauth e Ita Kirsch, minha filha do meio e meu genro, incansáveis viajores e fotógrafos que estão lançando seu quarto livro de fotos........amanhã na Cultura de Porto Alegre.....

incansáveis no fazer prazeroso de viver para colecionar imagens e amigos aqui vai
um beijo de AMOR pra "seis dois"..........

sábado, 9 de agosto de 2014






 
MANDALAS & BORBOLETAS

 entre pedras e vegetação / foram repousar / mandalas e borboletas / sobre cerâmicas pintadas

as cores que receberam / sobre desenhos imaginários / são fruto do amor do fazer / do viver em paz / consigo mesmo


 estão na base / de lugar especial / para terapias / onde se sentem bem / recebendo e transmitindo paz


 Ricardo garopaba Blauth


sexta-feira, 8 de agosto de 2014


AMOR & AMOR

 

Onde os normais vêem caminhos cheios de folhas e flores caídas, o poeta  se sente pisando  sobre o que a ele foi estendido para melhor se locomover.

Onde os normais ouvem o mar batendo incessantemente na areia ou pedras o privilegiado escuta a natureza conversando consigo.

Onde os normais enxergam um beija flor buscando alimento no alimentador que lhe ensinaram a colocar na sua casa,  o poeta se sente visitado por cores, pairadas no ar,  imobilizado, numa fantasia  da natureza, por um amigo que vem lhe assegurar que vale viver.

Onde os normais procuram noticias sobre o que vai acontecendo pelo mundo, o poeta insiste em ser otimista buscando palavras e estímulos para  aquecer seus dias.

Onde os normais fazem sexo para saciar instintos, o poeta sente prazeres que espera não acabem nunca, encontrando e fortalecendo o amor na relação.

Onde normais se vestem segundo padrões que lhes são ditados, poetas simplificam e seguem instintos que trazem em si para se sentirem vivos e em relação duradora com o amar a vida.

Onde os normais usam  a palavra amor abusivamente, o  poeta quer colocar em cada gesto ato e som que de si sai  o que acredita verdadeiro e sublime.

Sentir que não é normal como a maioria o é pode em algum momento perturbar, até que rendendo-se ao amor a simplicidade nos faz viver.

 

Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

 
GRAVURAS POCHOIR
Morando agora em Porto Alegre-RS, em enorme e antigo apto, consegui reunir lá uma obra representativa de cada uma das técnicas que utilizei para fazer arte.

Consegui trazer também para o apartamento uma grande embalagem especial que fiz onde tenho uma cópia de cada gravura na técnica de gravuras pochoir,

como é o caso da acima que acabou sendo a capa de um livro de poemas de... um autor já falecido.

O apto em pleno centro histórico é espero, minha ultima sede e sem ser dela proprietário ter toda segurança de viajar tranqüilo mundo afora tendo ninho me esperando quando quiser fazer pausas.

Qualquer hora destas faço uma boa coleção de fotos do local e do meu atual acervo e o apresento a vocês.

Tenho ainda algumas matrizes para gravuras pochoir que “achei” nas ultimas arrumações da Aldeia. Estão agora em Garopaba e espero fazer algumas poucas cópias, desta vez direto em telas para mais fácil armazenamento.

Das que tenho ainda em estoque autorizei minha neta preferida Bárbara ( o Matias é netooooooo) a fotografar, restaurar as que disto precisam e colocar na Internet a disposição de quem as queiram adquirir. A Bárbara está morando e atuando com seu namorado Mohamed no ART3 em Garopaba...

Tenho ainda dois grandes painéis começados e inacabados também em Garopaba. Espero terminá-los e que Bá as negocie.

Daqui em diante as eventuais e novas telas que pintarei serão sempre sem bastidores afim de que mesmo grandes possam ser facilmente transportáveis.

Abraços diretamente de Campinas-SP, do apto da minha querida mãe Elita.

Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 5 de agosto de 2014

ALGO AFLIGINDO A ALMA.

Leio todos os fins de semanas o que um amigo taxista escreve sobre suas experiências na profissão em que atua.

Alem de motorista é pianista e escritor de textos semanais dos quais já publicou dois livros.

Muitos já sabem que falo de Mauro de Castro, autor dos Taxitramas.

Pouco importa se os acontecimentos que escreve aconteceram ou não, ou caso positivo se foi em seu car...ro ou de um companheiro que lhe relatou. São deliciosos de ler e acompanho seus escritos há tempo e sou um privilegiado em conhecer Mauro e sua família pessoalmente.

Vá a www.taxitramas.com.br e leia o que publicou esta hoje, 03 ago. Duvido que não ficará também preocupado com algo “pesando na alma” de uma anciã, sua passageira.

Alma, segundo mauro pode carregar muita coisa e precisa de tempos em tentos ser libertada.

Mauro teve a sorte que a libertação da anciã não ocorreu enquanto estava em seu taxi...........rssrsrsrsr


 Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

PODER SUPERIOR DO AMOR
“a esperança é recuperada quando a pessoa se coloca nas mãos de um poder superior / eu não acredito em Deus respondeu a quem fora dito a frase / eu também não, mas confio no poder superior do amor, o amor que posso dar e que recebo disse o que falara a primeira frase”

O texto acima está na pagina 258 do ultimo livro de Isabel Allende que acabei de ler.

Acredito no que li ...neste livro de ficção e quis compartilhar.

O poder superior do amor.

Rendendo-me a ele reconstruí minha vida e espero poder ser sempre um portador permanente de energias que auxilie quem delas necessite.

Agradeço todos os momentos que agora estou vivendo.

O futuro que existirá quando chegar mostrará os frutos que agora semeio.

Ricardo Garopaba Blauth.......



 ps.: já estou em Garopaba novamente organizando papeladas para inventário......

domingo, 3 de agosto de 2014

VIAJAR
Estou em viagem visitando os meus e arejando mente necessariamente para seguir em frente.

Já a tempos lia pouco, chegando a pensar que perdera o prazer da leitura. Tudo voltou num repente na segunda passada quando na Cultura de São Paulo encontrei três livros que me seduziram.

Já estou no terço do primeiro, ultimo livro de Isabel Allende com quase quinhentas páginas. Diferente de tudo qu...e já escreveu até agora, “O JOGO DE RIPPER” está me prendendo na leitura. Adoro quando isso acontece.

Livros e cinema são atividades que me são prazerosas e talvez seja por isso que desde 2007 senti necessidade de escrever textos curtos, com facilidade que a mim espanta, pois muitos dizem que escrever lhes é difícil.

Viajar é possível nestas duas atividades, mas nada substitui a viagem física, geográfica, revisitando lugares e conhecendo novos.

Saudades da minha amada me acompanha e foi ela mesma que insistiu que eu não protelasse mais as visitas que estou fazendo. Obrigado querida Lia.

Obrigado Sofi, Bala, Nina, Mariana, Bárbara e Matias que estão sempre comigo em pensamentos.

Agora na casa da Mãe em Campinas estou me deliciando com as excelentes comidas por ela elaboradas. É encantador vê-la ir diariamente a um super especializado só em coisas de alimentação logo ao lado do fantástico condomínio onde mora.

Viajar, que eu nunca perca esta vontade, assim como ler, ser cinéfilo e gostar de interagir com novas pessoas que possam acrescentar ainda mais vida aos meus fazeres.

Amém........

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 2 de agosto de 2014


DICK HOYT-UM PAI QUE NUNCA DESISTIU

Talvez você já sabe a respeito deste dois, pai e filho, neste caso pare por aqui.
 

Se nada sabe, acredito que você tenha se sinta recompensado ao conhecer a história destes dois excepcionais seres humanos.

Estou tentado a eu mesmo contar o que vi num extenso programa apresentado há muito tempo na SKY, mas pensando melhor cheguei a conclusão que vou reproduzir...
o que pesquisei e deixar você querer saber mais depois.

Então ai vai............
o texto é extenso, mas vale a pena.......

Ricardo garopaba Blauth



No meio de muitos atletas, um homem tem uma missão maior. Seu filho quer participar, e ele vai atender o desejo do filho. A essa altura, você deve estar cheio de perguntas, tentando entender e até acreditar nesta história. Esta é a história de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho.
Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos, quando Rick que é o mais velho dos três filhos de Dick Hoyt. Durante o parto, o cordão umbilical se enrolou no pescoço o estrangulando. Faltou oxigenação no cérebro, provocando uma lesão cerebral e danos irreversíveis. Incapacitado Rick de falar ou controlar os movimentos de seus braços e pernas. Parecia condenado.
Quando Rick tinha 9 meses, os médicos disseram: ‘Livre-se dele. É melhor interná-lo. Ele vai ser um vegetal o resto da vida’. Nós choramos, mas decidimos tratá-lo como uma criança normal. Ele é o centro das atenções e está sempre incluído em tudo”, conta Dick Hoyt.
Rick sempre teve amor, mas ninguém sabia até que ponto ele conseguia absorver e entender o que se passava a sua volta. Pai e mãe não desistiram, e com o passar do tempo perceberam que os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. E aos 11 anos o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar.
- Não há jeito nenhum, disseram a Dick - Seu cérebro não tem atividade alguma.
“Mas aí nós pedimos para contarem uma piada, e Rick caiu na gargalhada. Eles, então, disseram que talvez haja algo aí dentro”, lembra Dick Hoyt.
Cientistas desenvolveram um sistema de comunicação para Rick. Com o movimento lateral da cabeça, o único que consegue controlar, ele poderia escolher letras que passavam pela tela e, assim, lentamente, escrever palavras.
“Ele tinha 12 anos, e todo mundo estava apostando quais seriam as primeiras palavras da vida dele. Seriam ‘Oi, pai!' ou 'Oi, mãe!’?. Que nada! Ele disse: ‘Go, Bruins’, uma frase de incentivo ao Boston Bruins, time de hóquei”, conta Dick Hoyt.
Rick participava de tudo. E foi assim que surgiu a idéia de correr.
“Um colega da escola sofreu acidente e ficou paralítico. Foi organizada uma corrida para arrecadar dinheiro para o tratamento. E Rick, através do computador, pediu: ‘Papai, Eu tenho que fazer algo por ele, eu quero participar. Tenho que mostrar para ele que a vida continua, mesmo que ele esteja paralisado. Eu quero participar da corrida’”, lembra Dick Hoyt. "
Eu tinha 40 anos e não era um atleta. Corria três vezes por semana, uns dois quilômetros, só para tentar manter o peso. Nós largamos no meio da galera, e todo mundo achou que a gente só ia até a primeira curva e ia voltar. Mas nós fizemos a prova inteirinha, chegando quase em último, mas não em último. Ao cruzarmos a linha de chegada, Rick tinha o maior sorriso que você já viu. "Ao completar a prova após 8 km, durante duas semanas fiquei com dores no corpo inteiro, naquela vez eu fui o inválido." Quando chegamos em casa, ele me disse, através do computador: ‘Pai, durante a corrida, eu sinto como se minha deficiência desaparecesse’. Ele se chamou de 'pássaro livre', porque então estava livre para correr e competir com todo mundo”.
O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 1979. Mas a recepção não foi boa.
“Ninguém falava com a gente, ninguém nos queria na corrida. Famílias de outros deficientes me escreviam e estavam com raiva de mim. Perguntavam: 'O que você está fazendo? Procurando a glória pra você?'. O que eles não sabiam é que Rick é que me empurrava para todas as corridas”, conta Dick Hoyt.
E contra todos, eles foram em frente. Um ano depois, participaram da primeira maratona. Cinco anos mais tarde, veio a idéia do triatlo. Mas, para fazer triatlo com seu filho, Dick Hoyt tinha uma série de problemas para resolver.
Primeiro: equipamento. Não existia nada parecido no mercado. Todo o material de competição teve que ser desenvolvido. E a cada competição, Dick Hoyt tinha que chegar mais cedo para montar tudo.
Mas Dick Hoyt tinha um problema muito maior a resolver para poder fazer triatlo com o filho. Uma coisinha básica: ele não sabia nadar. Mudou-se para uma casa à beira de um lago e foi.
“Nunca vou esquecer o primeiro dia. Eu me joguei no lago e adivinha: afundei. Mas todo dia eu chegava do trabalho e tentava ir um pouquinho mais longe”, conta Dick Hoyt.
Entre o primeiro dia no lago e o primeiro triatlo, foram apenas nove meses. A questão da natação estava resolvida, mas Dick Hoyt ainda tinha mais uma dificuldade pela frente: já fazia um certo tempo que ele não montava numa bicicleta – desde os 6 anos de idade.
O ciclismo é a parte mais difícil para os Hoyt. A bicicleta deles é quase seis vezes mais pesada que a dos outros, sem contar o peso de Rick. Na subida, isso fica claro.
“Ninguém me ensinou a nadar, a pedalar ou a correr como um atleta. Nós simplesmente fizemos. Do nosso jeito”, comenta Dick Hoyt.
Do jeito deles, pai e filho enfrentaram os mais incríveis desafios. O mais impressionante: o Iron Man, no Havaí, o mais duro dos triatlos. São 3,8 mil metros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e uma maratona inteira no fim: 42,195 quilômetros de corrida em mais de 13 horas de um esforço sobre-humano.
Deve ser demais alguém nos seus 25 anos de idade ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho. E porque então Dick não competia sozinho?
"De jeito nenhum - diz Dick. Faço isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso enquanto corremos, nadamos e pedalamos juntos".
Dick e Rick venceram a desconfiança. Hoje são queridos onde chegam. Recebem incentivos dos outros competidores a todo instante e até agradecimentos.
Desde 1980, foram seis edições de Iron Man, 66 maratonas e competições de diversos tipos. Pai e filho completaram 975 provas juntos. Jamais abandonaram uma sequer e nunca chegaram em último lugar. Eles têm orgulho de dizer: “Chegamos perto do último, mas nunca em último”. Sempre com o mesmo final apoteótico: público comovido, braços abertos e aquele mesmo sorriso enorme na linha de chegada.
Atualmente, Rick tem 46 anos. Com o movimento da cabeça, escreve no computador frases que serão faladas por um sintetizador de voz. É um homem bem-humorado. “As pessoas, às vezes, ficam olhando para mim. Eu espero que seja porque eu estou muito bonito”, brinca.
Rick formou-se em educação especial na Universidade de Boston. “Não dá para descrever a felicidade no dia da formatura. Foi minha maior realização. Eu mostrei para as pessoas que elas não têm que sentar e esperar a vida passar”, comenta.
Hoje ele não mora mais com o pai. Mora sozinho, com a ajuda de pessoas contratadas para dar assistência. E se você fica dois minutos com Rick, jamais vai esquecer o seu sorriso.
“Ele é muito, muito, muito feliz. Provavelmente, mais feliz do que 95% da população”, afirma o pai, Dick Hoyt, que escreveu um livro e criou uma fundação para ajudar outras pessoas com paralisia cerebral. Hoje o superpai tem 68 anos e impressiona pelo vigor que continua apresentando.
Aos 52, empurrando Rick, conseguiu o incrível tempo de 2h40m na Maratona de Boston, pouco mais de meia hora acima do recorde mundial. Marca excelente para um amador, sensacional para uma pessoa dessa idade e inacreditável para quem corre empurrando uma cadeira de rodas.
“Já me disseram para competir sozinho, mas eu não faço nada sozinho. Nós começamos como um time e é assim que vai ser. O que importa para mim é estar aqui e competindo ao lado do Rick”, afirma Dick Hoyt.
Por isso, eles se chamam “Team Hoyt” – o time Hoyt, a equipe Hoyt. Pai e filho, inseparáveis. Richard Eugene Hoyt e Richard Eugene Hoyt Junior: uma mensagem viva para o mundo. Pai e filho ambos, salvaram a vida um do outro, pois a alguns anos, Dick teve um leve ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos disseram que uma de suas artérias estava 95% entupida, e que se não tivesse se dedicado para entrar em forma, provavelmente já teria morrido a uns 15 anos antes.
“Nossa mensagem é: 'Sim, você pode'. Não há, no nosso vocabulário, a palavra ‘impossível’. Esse é o nosso lema. E nós continuaremos com ele até o fim”, garante Dick Hoyt.
No dia dos pais Rick queria pagar um jantar para seu pai, mas o que ele desejava mesmo era algo que ninguém poderia fazer nem comprar.
- EU GOSTARIA - digita Rick - DE UM DIA PODER EMPURRAR MEU PAI NA CADEIRA PELO MENOS UMA VEZ.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

SUPERAÇÕES
 

Lendo o ultimo livro da Isabel Allende um personagem é lembrado por aqueles que o conhecem na trama  como exemplo de superação por ser veterano do exercito onde perdeu uma perna e usando próteses participava de competições de Ironmann.  Fica então raivoso dizendo que superação era o que fazia Dick Hoyt, um pai que participava do triatlo carregando um filho inválido e já adulto, tão pesado quanto ele.

Enquanto o personagem que lia é uma ficção de um livro, Dick Hoyt é real,  um pai que se supera para satisfazer um filho adulto totalmente paraplégico.

Penso então como se usa fácil esta palavra, superação, banalizando atos que são sublimes como a determinação do pai mencionado acima.

Hoje  banaliza-se tudo e é normal passar adiante informações erradas, em principio por ingenuidade e muitos usando de má fé.

Com um pouco de esforço consegue-se muito com auxilio das informações contidas na Internet e é maravilhoso quando se consegue compartilhar superações reais que nos surgem na leitura de um romance.

Faça a experiência. Coloque n oráculo Google o nome que dei acima e maravilhe-se com a determinação e superação do homem da foto e da alegria que ele e seu filho conseguem juntos.

 

Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 31 de julho de 2014

LONGE DE CASA
Estou sentado no chão, cercado de muita gente e ninguém repara. Com livro na mão, curto as palavras ali escritas enquanto o povo que me rodeia procura outros para fazer o mesmo.

Livro, um dos meus sonhos de consumo, assim como cinema de onde há pouco sai.

“Eu sei quem posso ser se desejar, pois sei quem eu sou” diz a sacola da Livraria Cultura que nela imprimiu uma frase de Dom ...Quixote De La Mancha, personagem de Cervantes.

Amo a vida, a natureza e amo ser amado.

Agora em Campinas curto a companhia da Mãe Elita e minha irmã Neca, nesta cidade paulista, depois de ter visitado meu neto Matias e suas mães Nina e Mariana..

Juntos fomos a teatro, cinema e restaurantes curtindo companhia mutua.

Aproveitei e revi AMIGOS, Sueli e Lando em momentos que passaram rápido demais.

Assim é a vida deste viajor que para cá veio direto de Garopaba onde estou regularizando imóveis.

Prazer e alegria constantes fazem o viver prazeroso mesmo longe da minha amada Lia.



 Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 30 de julho de 2014

 
SABER OLHAR

Onde maioria só vê manchas / sensibilidades vêem cores / obtidas do prazer / do fazer artístico

Onde só parecem nadas / as cores falam / gritam alegrias / do que aqui liberaram / para o pincel / na mão de quem procurava praze...
res / nas cores de mandalas

Onde mandalas pintadas / aparentemente nada significam / estas cores / falam mais alto / gritam alegrias / vibrantes

Onde parece nada haver / existe sim / vontades, idéias, sonhos / que um a um / vão / momento a momento / no ritmo de cada um / sendo vencidos

Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 29 de julho de 2014

LÁPIS
Escreve lápis / escreve / palavras que na mente minha / querem sair / contar pra minha amada / para minhas filhas / pra minha neta / que a visita ao meu neto / vai correndo bem

Escreve lápis / escreve / palavras que mesmo não dizendo tudo / levam em si / o muito que em mim transborda

Escreve lápis / escreve / que aqui em Sampa / estou revendo / também amigos / artistas em exposições / ...
Mãe e irmãos queridos

Escreve lápis / escreve / que pensar alegre / lembra também / que viver / amar / se dar inteiro / ao viver / é prazeroso

Escreve lápis / escreve / mesmo longe / em viagens que adoro / sempre perto estarei /de todos que amo

Ricardo garopaba Blauth

sábado, 26 de julho de 2014



 
BRINCALHÕES
Desde cedo em meio a arte / sessenta e oito anos nos separam / mas somente no físico / mente e espírito unidos / sempre em busca / da alegria e prazer

Com suas mães / Nina e Mariana / convive e respira arte / musica, livros ...
e composições / mexe e remexe corpo dançando / tudo pede ação / que vô Ricardo veio conferir

Fomos ver obras / “osgêmeos” às fazem / super coloridas / logo reconhecíveis / de irmãos super dedicados / ao fazer prazeroso / da arte

Assim grande / é o amor que nos une / mesmo distante como moramos


 
Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 25 de julho de 2014

 
SABER OLHAR
Onde maioria só vê manchas / sensibilidades vêem cores / obtidas do prazer / do fazer artístico

Onde só parecem nadas / as cores falam / gritam alegrias / do que aqui liberaram / para o pincel / na mão de quem procurava praze
res / nas cores de mandalas

Onde mandalas pintadas / aparentemente nada significam / estas cores / falam mais alto / gritam alegrias / vibrantes

Onde parece nada haver / existe sim / vontades, idéias, sonhos / que um a um / vão / momento a momento / no ritmo de cada um / sendo vencidos


  Ricardo garopaba Blauth

oi AMIGA.....sim estou atento...

quinta-feira, 24 de julho de 2014


 
SONO VIAJEIRO

Varando madrugada o ônibus confortável me faz dormir um sono intermitente.

Depois de um dia especial em Garopaba em que tudo deu certo ao iniciar processo de regularizações dos imóveis que lá tenho saudade de filhas, neto, mãe, irmãos e amigos, me levaram a embarcar.

Decisão tomada num repente, pois gosto de viajar e saudades a muito acumuladas pediram para ser saciadas.

Agora em São Paulo depois de abraços mil em filhas e neto dentro em pouco vamos ver exposição dos Gêmeos.

Vamos juntos andar nesta loucura que é esta cidade.

Tudo acontecendo, inclusive ar seco por falta de chuvas que preocupam o esvaziamento total das torneiras que em breve estarão sem combustível.

Tudo aqui são megas menos o rápido cochilo agora no inicio da tarde.

O sono do viageiro vai se recompor a noite e curtindo o momento espero amanhãs.


 Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 23 de julho de 2014

CASA DA FLOR DA MACELA

Vô de um neto paulista maravilhoso, Matias, outro dia vi uma foto sua num local que me encantou. Quem postou foram suas mães Nina e Mariana depois de visitarem um sitio como gosto que seja.

Fui conferir e quando entrei no site abaixo e meu espírito curioso e criativo já planeja um dia conhecer o local e as pessoas que o administram pessoalmente.
www.flordamacela.com.br

As informações que colhi estão abaixo e aumentaram meu interesse quando vi que está em Cunha, que já visitei e é um reduto de inúmeros artistas ceramistas.

Viajar sempre é bom, mas saber que vai entrar em contato com outros artistas é ainda melhor.

Voltarei ao assunto quando souber mais através das mamães Nina e Mariana. Até lá imaginação e vontades.

Ricardo garopaba Blauth


Rodovia SP 171 – Estrada Cunha/Paraty - km 66
Acesso para a Pedra da Macela (indicação Bairro das Gramas/Pedra da Macela)
Terceira porteira à direita após a igrejinha (800m do asfalto)
Endereço postal: Caixa Postal 96 CEP: 12530-000. Cunha/SP. Brasil
Telefones: (12) 3111 5205 / (11) 99603 2090
Distâncias:
São Paulo - Guaratinguetá: 175 km (pela Rodovia Presidente Dutra)
Trevo de Guaratinguetá - Portal da cidade de Cunha: 45km
Portal da cidade de Cunha - Casa da Flor da Macela: 23km

segunda-feira, 21 de julho de 2014

RUBEM ALVES E O PRAZER DE VIVER
Certa vez estava elogiando o jardim do amigão Henrique Schucman quando este, num repente colocou em minhas mãos um livro aberto e dobrado e fez que eu lesse em voz alta determinada crônica de pagina e meia que falava no prazer da jardinagem.

Terminada a leitura lembro que exclamei ter falado “mas isto acredito e penso estar escrevendo em meus textos” e só então... consegui ler o nome do autor. Foi a primeira vez que vi o nome Rubem Alves.

A partir de então li todos seus livros que hoje estão na minha biblioteca, despontando entre eles “Ostra feliz não faz pérolas”.

Sua morte recente é lamentada, mas o legado de seus pensamentos fica entre nós. Espero que esta não tenha lhe sido dolorosa, pois Rubem Alves sempre afirmava acreditar que o fim físico deveria ser como uma sinfonia que ouvimos com prazer, sem cacofonias finais.

Nada li ainda sobre seu falecimento, pois estou agora em Garopaba sem mais acesso a Internet.

Rubem Alves sempre será um exemplo para quem acredita que nada na vida lhe dá certo. Era assim que explicava como se tornara escritor de textos enxutos, depois de se formar e exercer atividade como pastor presbiteriano, se tornar doutor em teologia, psicólogo logo depois e nesta atividade também conseguir doutorado.

Quando tento colocar em meus textos minhas vivencias e experiências, nestes tento compartilhar com prazer, fatos, com quem as possa aproveitar para seu próprio viver.

Tento e estou conseguindo viver com qualidade e alegria e prazer como “ensinava” Rubens um “jardineiro” que amava seu jardim.

Salve Rubens, salve a vida.

Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 18 de julho de 2014

 
LIMITES
Cada dia recomeçar
Novos momentos virão
Ciclos assim o dizem
Presentes aqui estão...

Como o são
E amanhãs ?
Existirão ?
Porque não neles confiar
E seguir luzes
Que nossos anjos
Acendem
Para iluminar caminhos

ricardo Garopaba blauth

quinta-feira, 17 de julho de 2014

ULTIMOS DESEJOS DA KOMBI

Assistir um comercial institucional bem bolado é prazeroso.

Um vídeo que circula pelo Face diz bem a história deste veiculo hoje não mais economicamente viável.

Acredito porém que ele não morrerá tão cedo pois existem muitas ainda rodando e seus donos quando caprichosos terão sempre um utilitário admirável.
Já tive uma que me serviu quando empresário.

Minha filha Bala ...e seu marido Ita tiveram a “Kasinha” como chamavam a Safari que a Wolks produziu em cima da estrutura da Kombi e com elas rodaram o Brasil por dezoito em Brasil.

Foi uma bem sucedida excursão fotográfica a Kombi sendo sua casa por dezoito meses. No final as dezenas de milhares de fotos se tornaram um livro “Bem Brasil” que você encontrará as Livrarias Culturas.......

Você e provavelmente seus descendentes ainda verão muitas destes utilitários veículos rodando por ai ou servindo cachorros quentes.

Meu texto pretende antes de tudo valorizar o trabalho publicitário, simples e feliz como foi a Kombi agora com produção desativada.

Garimpando, separando o que lhe causa impacto gostoso como pra mim foi este de que falo acima, fará com que nosso viver também assim se torne.


 Ricardo garopaba Blauth




 para assistir o vídeo vá no Google ou Youtube e escreva o titulo deste texto.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

JANELAS DE PENEDO

Em 1987, viajando pela costa do Brasil, conheci Penedo – Alagoas, belíssima cidade histórica a beira do rio São Francisco onde colhi farto material para uma coleção de obras que chamei de Janelas de Penedo.

Vendo a obra emoldurada na casa de uma cliente imediatamente me vieram a memória os momentos lá vividos, inclusive um incrível passeio de horas pelo rio, num barco a vela ...com vela triangular marrom, característico de lá na ocasião

Quase vinte anos já se passaram, outras fotos que tirei provavelmente já se perderam, mas as obras que fiz devem estar por ai, “mundo afora”, mostrando um Brasil onde era, talvez, espero, continue sendo, um lugar onde um guri possa sentar num largo peitoril de janela com uma gaiola sobre a cabeça.

Que coisa maravilhosa viajar.

Pretendo voltar a fazer isso novamente agora mais experiente, mas sempre pronto a ver, ouvir e compartilhar.

É meu novo projeto para 2015.

Vamos juntos?

Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 15 de julho de 2014

 
TALENTOS

Compartilhar é um verbo que cada vez mais estou conjugado.

A alegria de repartir, compartilhar, vivencias/experiências passadas, presentes e futuras, se e quando existirem, está agora sempre de forma alegre no meu fazer.

Acredito que assim agindo realizo o que se avoluma dentro de mim. Tentar sempre o prazer de viver, de fazer de cada dia um novo desafio a partir do que nos é apresen...tado.

Um comentário de outro dia me fez imediatamente deixar os dedos procurarem as teclas do laptop que a mente mande que apertem.

Dizia o comentário:
Dora Lampert Que legal Ricardo. Gosto que tu compartilha conosco o talento de muitos artistas que de outra forma não conheceríamos. Obrigado pela tua generosidade .

Generosa és tu agradecendo pelo que me é natural.

Sempre gostei de desafios, de tentar “impossíveis”, sentindo a coisa fluir naturalmente.

Acredito que atingi o momento em que me é concedido a oportunidade de realizar o que eu desejar, transformando sonhos em projetos factíveis e partir para a ação quando for a hora de. Nem antes nem protelá-los mais.

Cada novo dia está trazendo consigo estímulos para isso e cercado de amigos sinto-me forte para compartilhar e viver.

Obrigado a todos que está me passando suas energias. Envio as minhas ao cosmos e sei que Cristo que está sempre comigo fará que em algum terreno fértil ele seja benvindo
.

Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 14 de julho de 2014

TAPANDO SOL COM PENEIRAS
A frase é antiga, mas sempre atual, pois sempre haverá os que se deixam guiar pelos “plim plim” da vida.

Um assunto do momento é explorado a exaustão e vejo que a maioria embarca nestas conduções de massa sem pensar.

“Tapar o sol com peneira” é algo que escuto desde criança.

Acredito que andar junto a manada proporciona uma sensação de tranqüilidade que o pensar indiv...idual mais das vezes não dá.

Acredito que possa haver mudanças a partir das redes sociais da internet, hoje acessíveis a todos. Todos instrumentos de comunicação social mostram pessoas, com bons textos revelando suas convicções.

Espero otimista que sou que, mais e mais pessoas saibam garimpar encontrando material bom e construtivo afim de que realmente se faça um pais melhor para os que vem depois de nós.

Nada contra peneiras que são instrumentos úteis desde muito, mas olhares, ouvidos, mentes abertas, muita leitura e convicções próprias, podem fazer as mudanças benéficas apesar de sempre haverem tentativas de desviar nossas atenções.

Ricardo garopaba Blauth
TAPANDO SOL COM PENEIRAS
A frase é antiga, mas sempre atual, pois sempre haverá os que se deixam guiar pelos “plim plim” da vida.

Um assunto do momento é explorado a exaustão e vejo que a maioria embarca nestas conduções de massa sem pensar.

“Tapar o sol com peneira” é algo que escuto desde criança.

Acredito que andar junto a manada proporciona uma sensação de tranqüilidade que o pensar indiv...idual mais das vezes não dá.

Acredito que possa haver mudanças a partir das redes sociais da internet, hoje acessíveis a todos. Todos instrumentos de comunicação social mostram pessoas, com bons textos revelando suas convicções.

Espero otimista que sou que, mais e mais pessoas saibam garimpar encontrando material bom e construtivo afim de que realmente se faça um pais melhor para os que vem depois de nós.

Nada contra peneiras que são instrumentos úteis desde muito, mas olhares, ouvidos, mentes abertas, muita leitura e convicções próprias, podem fazer as mudanças benéficas apesar de sempre haverem tentativas de desviar nossas atenções.

Ricardo garopaba Blauth

domingo, 13 de julho de 2014

 
 
saber ouvir e calar
em silencio
que novos momentos
ouçam e aconselhem
palavras ferinas
em silencio ficarem

sábado, 12 de julho de 2014

 
FORÇAS, CORAGEM, SABEDORIA


 São apenas três palavras.

Fazem parte de uma oração atribuída a São Francisco e tem me orientado e ajudado a enfrentar situações difíceis, vezes sem conta.

Tenho aprendido a sentir quando reunir forças para nada fazer.

Faz parte do aprendizado, da sabedoria que estou reunindo saber quando “o nada fazer” mostrar que é a melhor decisão a tomar em determinada ocasião...

Cada momento é diferente do anterior e se deles tirarmos prazer ou na falta destes, lições, os momentos seguintes serão sempre melhores.

Momentos atuais tem me proporcionado novas experiências e complementado as que já acumulo nestas sete e meia décadas de continuar respirando.

Seguir o fluxo, saber o querer e muita determinação levam, isto já comprovei, a resultados melhores que ansiedades e angustias.

Nem sempre é fácil, mas passado algum tempo a comprovação que foi a melhor decisão me deixa ufanicanisticamente feliz.


 Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 11 de julho de 2014


 
ESCULTURAS e ESCULTORES

Navegando no FB recebi uma postagem que me chamou a atenção e curioso fui pesquisar mais.

Como na postagem só mostrava a imagem na pesquisa vi que o nome do artista que fez uma escultura que me impressionou é Jaehy...o Lee, tem um atelier impressionante e um bom volume de gente lhe auxiliando o que lhe dá condições de fazer obras monumentais e em grande quantidade.

Imediatamente lembrei então algumas das que fiz dentro da técnica parecida enquanto criava e trabalhada na Aldeia das Artes em Dois Irmãos - RS.

Uma delas foi adquirida pelo Grupo Sinos e está no hall principal desta empresa de comunicação com sede em Novo Hamburgo – RS.

Outras duas já estão em novos lares, compradas que foram na Festa de Despedida da família Blauth da Aldeia das Artes.

Desapego foi uma palavra que ouvi muito dos que durante os quatro dias do inicio de junho em que ofereci a oportunidade de que minhas obras de acervo encontrassem outro lugar para ficarem.

Idéias e vontades de realizar novas obras continuo tendo, mas percebi que um ciclo se fechava e que era hora de iniciar nova caminhada.

Vou respeitar meu biológico físico que reclama quando exijo o que lhe é proibitivo.

Em contrapartida tentarei usar o cérebro que continua ágil, para realizar novos sonhos transformados em projetos, compartilhando-os com muitos outros que amam fazer arte e com vocês que lêem minhas catarses.

Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 10 de julho de 2014

 
 
MEU ATELIER DE GAROPABA

Dois espaços em Garopaba continuam ativos, meu amplo atelier e a exposição ART3.

Próximas semanas devo passar uma temporada lá terminando trabalhos em processo de criação. Tenho dois grandes painéis inacabados e ...várias telas com matrizes de pochoir já prontas. Pinta-los cercado de jovialidade, esperanças fará meu prazer se tornar ainda maior. Que os momentos que lá estiver permitam tudo isso.
Amigos em Garopaba tenho tantos que fica injusto enumerá-los e esquecer de alguém, mas os que são quem o é.

Falei em jovialidade. Ver meu espaço sendo ocupado enquanto não lá estou é gratificante.

O esforço da Bárbara e Mohamed tem mostrado bons resultados conforme vejo nas postagens e fotos que recebo.

A concentração deste jovem menino mostra isto. Está abastecendo de tinta o rolo de pintura para colorir a folha que colheu no jardim e que tem a mão para com ela fazer uma imagem pressionando-a no papel.

Ao fundo um outro guri corta ondas num painel que pintei sobre fibra de vidro para ser colocado ao ar livre e recém restaurado pois já tem alguns anos de exposição ao sol e chuvas.

Garopaba está o meu nome não por acaso. É amor antigo, muito anterior a compra das propriedades e construções em 1993.

Muitos conhecem toda a história deste meu amor à cidade por mais de quarenta anos.

Ciclos na vida chegam e depois de um tempo se encerram.

Vivamos a vida, momento a momento com tudo que Garopaba tem a nos oferecer.


 Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 9 de julho de 2014

 
 
VIDA SURGINDO


 Resultado do paciente trabalho fotográfico de alguém (não havia registro do autor) esta imagem é um belo registro de vida surgindo na natureza que tanto amo, principalmente borboletas.

É a fase mais critica e frágil deste maravilhoso elemento da natureza.

Neste momento em que sai do casulo onde houve a metamorfose suas asas precisam ser irrigadas com sangue e depois secar e rígidas ficarem para iniciar seus vôos.

Nada de pressa apesar do perigo que correm com possíveis predadores.

Vida precisa de tempo para fluir com tudo que nos é destinado.

Não interferir, não se apressar, curtir cada momento, sentir prazeres percorrerem dentro de nós.

É a natureza nossa mestra maior.




 Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 8 de julho de 2014

 
MANDALA AQUÁTICA

O fotografo que bateu esta foi paciente suficiente para fazer muitas tomadas deste pescador e sua colorida tarrafa.

Quem foi não sei, mas meu amigão Henrique garimpou-a no seu fazer constante junto ao computador, entre o...utras atividades no seu Pouso do Tapeceiro.

Vi imediatamente mandalas. Uma congelada no ar, outra já na água.

Esta da foto postada pelo Henrique vai ficar gravada em minha mente e quem sabe de lá saia de outra forma.

Tenho estado fascinado pelas opções cromáticas das mandalas e já pintei desenhei muitas.

Nada entendo de suas origens e significados, mas acredito que as telas, painéis e objetos que estou fazendo um dia estarão na mão de alguém disposto a, com estas obras fazer uma rápida exposição e assim compartilhar meu prazeroso fazer com quem as admira.

Uma exposição se assim poderá ser chamada de um dia inteiro num local que já tenho em mente.

Veja bem o que está vendo.

O registro da atividade humana usando uma ferramenta que quem sabe foi feita pelo próprio pescador, um poeta cromático e o fascínio da natureza refletindo todo conjunto.

Homem, criatividade, artesanato, poesia cromática e Deus, como gosto de chamar tudo que vemos, sentimos, respiramos, vivemos e sentimos prazer em compartilhar.

Ricardo garopaba Blauth
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segunda-feira, 7 de julho de 2014

EXTENSÕES

Quem é inquieto, ansioso e criativo sabe que ter em casa uma ou mais ferramentas elétricas é um achado e muito útil em vários momentos, principalmente se gosta e sabe usá-las.

Furadeiras, serras circulares manuais são apenas duas das muitas que estas pessoas têm em casa e que usam a eletricidade para funcionarem.

O assunto me surgiu agora que estou na casa de amigo que me mostrou uma ...peça de madeira maciça e varias taboas dizendo que estavam estorvando e não sabia o que fazer com elas.

Sugeri que fizesse uma mesa rústica para colocar ao lado do banco onde, sentados conversávamos tomando chimarrão.

Como? perguntou.

Ora, com uma serra, martelo e pregos.

Não tenho nada disto falou.

Estou vindo da Aldeia das Artes que foi meu atelier, oficina e residência por muitos anos e estou com tudo isto no carro. Topas que eu faça?

Mais surpreso ainda viu que me dirigi ao carro trazendo as ferramentas sem esperar sua resposta. A única coisa que me falta, disse é uma extensão pois vejo que as tomadas estão fora de alcance. Acredito que tenhas uma talvez necessária ao aspirador de pó.

Pouco tempo depois taboas cortadas e mesa pronta lembrei que a vida para ser vivida com o prazer também precisa de “extensões”.

São amigos e familiares que nos cercam.

Que acha você? Normalmente eu diria, gaúcho/catarinense que sou “o que tu achas disto?”

Vamos estender nossas amizades? Conversar e ouvir mais um ao outro?

Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 4 de julho de 2014

 
MOMENTOS COMO SÃO
Cada vez mais informatizado acredito serem poucos os hoje usuários que houve um momento, poucos anos passados onde, no inicio de um novo século, algo aparentemente não programado, poderia causar o caos total.

Estamos já na segunda metade do ano quatorze do século vinte um e universo segue inexorável o tempo que em algum momento o homem aprendeu a medir e registrar.

Vida se...gue dia a dia no planeta onde viajamos neste universo infinito e cada vez me surpreendo mais com as realidades que hoje acredito e vivo.
Tudo tem o momento certo para acontecer.

Encontrar aparentemente por acaso casal amigo, ele medico cardiologista de renome, hoje decidido a viver junto a esposa pianista e profissional extraordinária, que há muito não mais no víamos, trouxe realidades a tona realidades que eles desconheciam e apesar de tudo, por sermos o que somos, logo tristezas de noticias não sabidas foram substituídas pela alegria do reencontro.

Antes de nos despedirmos trocamos cartões para continuar em contato através das redes da informática, que quando sabiamente utilizada são altamente gratificantes.

Vivamos a vida, Luiz Brandenburger e Olinda Allessandrini, momento a momentos, como os são e os temos.

Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 3 de julho de 2014

 
 
MANÉZINHO CERAMISTA

Dão é um amigão inquieto, sempre arquitetando novas coisas para seu espaço, quase junto ao mar e que com barro ou alimentos faz todos ficarem com água na boca
.
Seu espaço, na Enseada do Brito, Palhoça – SC, é junto a... um mangue onde caranguejos estão em casa.

As obras cerâmicas do Dão são criadas com barro especial da região que por conter areias proporcionam ao que é modelado, torneado ou esculpido,
características especiais, sendo de fácil manuseio, não de criando problemas durante a secagem ou queima. Falo por experiência própria.

Pois este barro arenoso e os frutos do mar da região nas mãos do João Dias, seu nome real, se tornam obras de arte com totais características da grande Florianópolis onde, os que lá nasceram têm orgulho em serem chamados de manézinhos.

Dão criou também no seu amplo espaço diversas construções para receber pessoas em grande numero, que para lá vão em retiros, encontros espirituais e palestras.

Caminho de Nazaré é o nome que Dão deu ao seu espaço com trilhas demarcadas para caminhadas espirituais durante os retiros. O espaço já é conhecido e reconhecido por suas energias e simplicidades, verdadeiros valores naturais.

Sou um dos privilegiados que com Dão já compartilhou tempo e talentos.

Ricardo garopaba Blauth
 
 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

 
GUERREIROS

Todos nós temos “guerreiros” dentro da mente, mas para muitos tão escondidos que esquecemos de chamá-lo à nos ajudar .

Como artista num dado momento resolvi colocar em arte o que me ia por dentro e surpresa, surgiram guerreiros... depois que uni coisas que a natureza já tinha descartado àquilo as indústrias não mais queriam.

Fiquei muito feliz em ter preservado alguns. A maioria precisando cuidados restauradores.

Um dos poucos que necessitavam apenas de um novo lar ficará com a Simone a Moninha para mim e Bala para a família e seus amigos.

Como fazer para que surjam os guerreiros internos de que falo inicialmente ?
Querendo........isto mesmo dê a si mesmo espaço para o querer verdadeiro e eles aparecerão de alguma forma. Não foi de outra maneira que o meu querer de viajar e compartilhar me ensinou a depor armas por momentos e desapegado, deixar que obras que faziam parte do meu acervo pessoal e familiar encontrassem novos lares.

Estou muito feliz pois sei que tudo correu como deveria. Obrigado a todos.

Hoje sei que fizemos o acertado e estou feliz em estar rodeado de tantos que me amam, minhas filhas Sofi, Moni, Nina, neta Bá, neto Matias mais minha amada Lia.

Guerreiros somos todos. Basta apenas em si próprio acreditar.

Estamos todos rodeados de forças e energias que nos ajudarão a encontrar o que queremos.


 Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 1 de julho de 2014

 
O VELHO ODRACIR

Meu velho amigo, de quem gosto de ouvir conversando comigo é portador de um sem numero de histórias, verdadeiras algumas, inventadas outras, muitas adaptadas da sua longa vivencia.

Já não lembro quando o reconheci como um ...grande e verdadeiro amigo pela primeira vez, mas desde então, principalmente agora, vejo que ouvi-lo é uma fonte constante para textos.

Tem a mesma idade biológica que a minha, mas parece que sua memória e imaginação é ilimitada, como a de um guri moleque de vinte e seis anos.

São prazerosos nossos encontros. Espero estar sempre à altura para colocar em palavras de agradável leitura, tudo que ouço de seu falar.

Outro dia, já faz muito tempo, comprei um gravador digital, mas jurássico e avesso a leitura de manuais eu o guardei, agora nem sei mais onde. Quando o encontrar será uma ferramenta que talvez me seja muito útil, tanto é o que Odracir tem a disser.

Ilustro a crônica com um rápido estudo a lápis de dois amigos a “jogar conversa fora”, coisa boa de fazer quando existem conteúdos nos encontros com os quais nos enriquecemos.

Ricardo garopaba Blauth

segunda-feira, 30 de junho de 2014

 
NÓIA

Sobre futebol. Entendo pouco mais que nada.

Não lembro mais quando foi a ultima vez que fui a um estádio ou campo de futebol, mas tenho bem vivido na minha mente um guri de pouquíssima idade que ia ao “estádio” do Esporte Clube Novo... Hamburgo, para gritar e estar com amigos batendo com os calcanhares nas arquibancadas das “sociais” sentindo alegria fazendo aquilo.

Nunca entendi o que é impedimento tantas são as variáveis.

Jogador de futebol do meu time eram homens, pra um piá como eu eram de idade que tinham suas atividades profissionais e vestiam orgulhosos a camisa com o distintivo que existe até hoje.

Nóia é o apelido carinhoso do clube que em determinado momento durante a guerra mudou seu nome para Floriano (um militar da época) para escapar de ser fechado.

Gosto de assistir decisões e sendo gaúcho não sou colorado nem gremista torcendo para aquele que estiver representando o Rio Grande do Sul nalguma competição.

Fico assombrado com os valores envolvidos atualmente em jogadores que são sobrepujados por clubes menores. Veja atualmente grandes campeões do mundo voltando já agora eliminado por pequenos países sul americanos.

Devo ser um dos poucos que acreditam que os dinheiros gastos nesta copa poderiam ter melhor aproveitamento, mas.........

Na final do atual campeonato que está a acontecer no nosso país, todos os vinte e dois jogadores se enfrentarão na grande final dia 13 de julho já serão mesmo antes do jogo começar vice campeões mundiais, mas o que perder sairá arrasado do campo.

Sonhador que nunca ganharei em nenhum jogo, pois o que gosto é ter o prazer do fazer”....mas como otimista incorrigível espero que algo se “ganhe” em toda esta copa.

O que ? Diga-me você.......

Ricardo garopaba Blauth

quinta-feira, 26 de junho de 2014

 
ESPAÇOS URBANOS
saltadores e coloridos / procuravam novos locais onde se exibir / encontraram um inspirado artista / a quem mostraram caminho / foram saltar degraus

peixes alimentam por quem ali passa / continuam a saltar na imaginação de...
quem os vê / parecendo conversar entre si / felizes por o fazer

o artista que foi inspirado / fica no anonimato / fonte onde busquei esta imagem / não forneceu seu nome / quem sabe / também ali está / vendo / a alegria dos passantes

Ricardo garopaba Blauth

quarta-feira, 25 de junho de 2014



 
VALETE VERMELHO

Garopaba está indelevelmente gravada na minha mente.

Casas que temos lá estão sendo ocupadas com a galeria que Bárbara e Mohamed mantém aberta agora o ano todo alem de estarem utilizando meu atelier dando aulas de pintura ...e mosaicos.

Foi lembrado disto que procurei a imagem que ilustra o texto. Foi uma obra que me proporcionou muita alegria e prazer em realizar. Este trabalho continua no meu acervo de Garopaba.

Penso hoje em quantas áreas da arte transitei e vejo que foram poucas por onde não andei.

Meu apartamento em Porto Alegre por ser grande está repleto de obras, uma de cada serie ou técnica que utilizei.

Quartos, salas, cozinha, banheiros “hospedam” faceiras as artes do morador, que esteja onde estiver relembra alegre os momentos que usufruiu criando, alem de curtir idéias que puco a pouco vai pondo em prática para ser “do mundo”.


Ricardo garopaba Blauth

terça-feira, 24 de junho de 2014

EXISTEM AMANHÃS ?

Viver momentos como os são é meu objetivo hoje. Deveria ser assim para todos, mas o mundo em que vivemos ainda não aprendeu o que o budismo ensina na sua filosofia.

Nada é permanente.

A impermanencia é que dá sabor ao viver.

A pergunta com que titulei esta crônica sintetiza isto.
...
Existem amanhãs?

Felizmente a vida me ensinou na prática a valorizar momentos.

Aprendi “na marra” que pouco importa o que virá depois se não soubermos valorizar o que temos. É a nossa “riqueza”.

Só entendi que, existe sim “futuros”, quando li uma declaração de uma renomada psicóloga, fico devendo seu nome que não lembro agora, que afirmou em alto e bom som.......

“a única certeza que existe futuro é a certeza da morte”

Quando nascemos iniciamos o nosso caminho em direção a ela e se apegar a valores que nunca poderemos “levar junto” é uma perda de tempo precioso que poderia ser usado de forma mais inteligente.

Estou num momento super especial da minha vida, me desapegando cada vez mais de “coisas” e valorizando cada vez mais os momentos que tenho, pois não sei quando vai vencer meu “prazo de validade”.

Talvez você saiba me responder:

“existem amanhãs?”


Ricardo garopaba Blauth

sexta-feira, 20 de junho de 2014

 
O QUE FICA E O VAI

Esta obra foi inspirada na realidade de um dia em Paraty - RJ, numa longa viagem que fizemos pelo litoral brasileiro em 1987.

Uma Belina vermelha, reboque de fibra da mesma cor , uma enorme barraca de acampar e muit...o material para desenhar e pintar, era nossa bagagem, além do desejo de sair, viajar, conhecer a costa brasileira, sem datas ou dias de ficar ou ir.

Quatro meses por todo litoral brasileiro. Muitas obras renderam esta viagem, sobre outras falarei em outras ocasiões, mas esta ilustra bem o meu momento atual.

Nada é permanente. O agora será diferente nos amanhãs, quando e se chegarem.

Gostei do que vi e registrei em foto que mais adiante me rendeu esta obra. A bicicleta e sua sombra no prédio centenário poderiam ir embora a qualquer momento, mas as histórias gravadas em todo centro histórico de Paraty,
continuariam a exalar uma energia que almas sensitivas que até hoje podem sentir, pois ficará lá para ser contada a quem as quiser ver e ouvir.

A Aldeia da qual estamos nos despedindo tem também uma bela história feita nas duas décadas em que foi palco das nossas atividades e estão lá, impregnadas no todo.

Hoje, novo homem, guri/artista/escritor/septuagenário otimista tenho novo caminho a seguir.

Obrigado pela companhia àqueles que quiserem vir comigo, pois pretendo sempre compartilhar meus momentos e com eles aprender a cada vez mais ser em busca do prazeroso viver.

Ricardo garopaba Blauth